21 de abril de 2014
19 de abril de 2014
este é para os que estão aí
E para os que torceram por mim aqui.
Porque agarrei-me a muitos pedidos, pedi muito, muito, muito. Às vezes já não sabia a quem pedia, mas continuava a pedir. E quando li os vossos comentários de uma genuinidade que não estava à espera senti-me mais amparada e protegida, pois já não era só eu a pedir. Houve mais gente a pedir comigo nem que tenha sido por poucos momentos.
Consegui. Conseguimos.
Ainda não está tudo. Mas o principal já está. Vêm aí tempos loucos. Tempos de dúvidas, tempos de confusão, tempos de adaptação.
Irei pondo-vos a par de tudo. Mas o que se passa é mais ou menos isto:
Porque agarrei-me a muitos pedidos, pedi muito, muito, muito. Às vezes já não sabia a quem pedia, mas continuava a pedir. E quando li os vossos comentários de uma genuinidade que não estava à espera senti-me mais amparada e protegida, pois já não era só eu a pedir. Houve mais gente a pedir comigo nem que tenha sido por poucos momentos.
Consegui. Conseguimos.
Ainda não está tudo. Mas o principal já está. Vêm aí tempos loucos. Tempos de dúvidas, tempos de confusão, tempos de adaptação.
Irei pondo-vos a par de tudo. Mas o que se passa é mais ou menos isto:
Muda de vida, se tu não vives satisfeito.
16 de abril de 2014
15 de abril de 2014
crua
Este vai ser um texto mais cru e mais duro. Acredito que a função de educar seja a mais difícil do mundo. Acredito mesmo e tenho muito medo se eu um dia vier a ter essa função. Acho-a difícil e ingrata, porque errar é o mais certo de acontecer. O papel de um pai/mãe é um papel que junta o certo e o errado na mesma frase. Devo muito aos meus pais que nunca me faltaram com nada, que me apoiaram, que me incentivaram a estudar, a procurar sempre mais e melhor. Mas sei que erraram. Já o sei há algum tempo e sinto-o, ainda hoje, quase todos os dias. E não gosto de usar o verbo errar, porque sei que se o fizeram não foi em consciência, não foi com intenção, não foi com maldade. Sei que há muitas pressões sociais sobre como devem ser os filhos, como se deve educar, como se deve ver e aceitar o crescer e que os pais acabam por levar com essas influências. E depois há os irmãos. E já li muito sobre pais que defendem que não há preferências. Não sei se em alguns casos não há mesmo, não sei se as escondem, não sei se estão formatados para as esconderem. Sei que no meu caso eu as senti e, ainda, sinto. Já me afectou muito, já culpei o meu irmão, já estive zangada interiormente, já passei pela mágoa. Hoje em dia, vivo sabendo que é assim, como um facto adquirido, sem que me afecte. Já não culpo o meu irmão, já nem culpo os meus pais. Simplesmente aceitei, da forma mais crua que sei, com sarcasmo, com piadas e com muito pouca dor. Sei ainda que os meus pais não conhecem o meu verdadeiro eu. Sei que me amam, defendem e se orgulham com toda a sua força. Mas sei também que as vitórias se festejam mais portas foras do que interna e interiormente, que as novidades contam mais para fora do que para os interessados, que os problemas são maiores fora do que a resolução que têm por dentro. Sei que aquilo que vêem em mim, além do que verdadeiramente sou, tem mais um bocadinho. E esse bocadinho não é meu, é um projecto deles que não existe, que não combina comigo, que não sou verdadeiramente eu em muitos sentidos. E vivemos todos como se esse mesmo bocadinho existisse. Se me sinto ingrata quando penso assim sobre eles? Muito. Muito mesmo. Se tenho uma pequena raiva em mim por ter de viver assim? Mentiria se dissesse que não. Não sou mãe e repito que acredito que seja mesmo, mesmo, muito difícil. E, por isso, comecei por dizer que seria crua aqui. E por mais cru que seja dizê-lo, eles falharam em mim. E, provavelmente, nunca o saberão, nem nunca entenderão. Tive a sorte, o destino, não sei o que foi, mas fui abençoada com o resto das pessoas que fui encontrando ao longo da vida. Agora que olho para trás sei, com todas as forças, que me tornei no melhor que me podia ter tornado. Tenho uma força muito própria e muito minha. Se já alimentei essa força com alguma raiva, alguma mágoa, algum desprezo? Já e tento cada vez menos fazê-lo, pois não gosto da pessoa que me torno quando penso mais assim. Não quero nunca, nunca, nunca ser injusta com eles. Sei que dariam tudo por mim. Mas sei, também, que me questiono se esse "mim" sou eu mesma ou se, esse "mim" sou eu com mais aquele bocadinho. E pergunto-me, e entristeço-me, e revolto-me porque, bem no fundo, sei que o "mim" é o meu projecto e não sou eu.
14 de abril de 2014
prove your worth
Contra mim falo mas passamos uma vida a fazê-lo. É preciso ter uma força muito grande e uma capacidade para parar, distanciar e avaliar bem para o fazer. Deixar sem pensar. Porque se tivermos que provar alguma coisa é a nós próprios. E passamos uma vida a fazer o contrário. Se achamos que temos de provar alguma coisa a alguém estamos a esquecermo-nos de nós. E, aí, o melhor mesmo é absolutely and utterly walk away.
13 de abril de 2014
meditação
Gostava muito de um dia conseguir. De conseguir mesmo desligar. Saber como é e o bem que nos faz. Tenho um interesse especial pelas terapias alternativas. Um dia dedico-me a sério a tentar. Ou vários dias pois não é possível conseguir em apenas um. Pelo menos para mim que sofro de um mal chamado cabeça cheia de pensamentos, cheia, cheia, cheia, mas onde ainda cabem mais alguns.
Há por aí meditadores? Contem-me tudo que eu gosto sempre de vos ouvir.
12 de abril de 2014
11 de abril de 2014
para todos os que enfrentam desconfortáveis momentos familiares
P.S. Tias que andem por aí. A imagem é relativa às tias, mas podia ser qualquer elemento da família, da tetra-avó ao periquito. Vá, não fiquem melindradas.
10 de abril de 2014
a Cassilda do ginásio
A Cassilda é uma senhora que frequenta o mesmo ginásio que eu. Para dizer a verdade, eu nem sei, nem quero saber, o nome dela, mas apelidei-a de Cassilda. A Cassilda deve ter os seus 30 anos, idade considerável para que os comportamentos básicos sociais, para ter tino na cabeça, estejam desenvolvidos. A Cassilda gosta do seu momento balneário. A Cassilda gosta de anunciar que chegou ao balneário. A Cassilda gosta de retirar elásticos de cabelo, atirar a toalha para o banco dos balneários, tirar as luvas (aquelas luvas de quem tem a mania que faz muito trabalho muscular, sabem?) à vontade por todo o lado. Ora, a Cassilda no meio destes preparos está ainda bem suada, esteve a trabalhar lá nos pesos, lembram-se? E a Cassilda mexe-se muito, faz-se notar vá. E a Cassilda enquanto atira a toalha, estica os leggins, manda luvas pelo ar, também se mexe. E quem é que se movimenta com a Cassilda? O suor da Cassilda. E onde vem parar o suor da Cassilda? Já todos percebemos. E, pronto, é esse mesmo o meu problema com a Cassilda. Não é nenhuma mania da perseguição. Eu só não tenho é fetiches por levar com suores de Cassildas e afins. Podia ter. Mas não tenho. Mesmo.
9 de abril de 2014
please
Let this work.
Não sei se já será pedir muito, mas a quem passar por aqui, podem gastar um nano segundo a mandar um bocadinho que seja de energia positiva. Desculpem o egoísmo. Preciso mesmo. As cartas estão lançadas e agora é mesmo sorte. Talento já está. Falta a sorte. Paciência eu tenho. Tratarei de tudo o que for mais minucioso, chato, burocrático, demorado. Mas ainda assim preciso de um bocadinho de sorte. Energias positivas. Prometo retribuir.
Não sei se já será pedir muito, mas a quem passar por aqui, podem gastar um nano segundo a mandar um bocadinho que seja de energia positiva. Desculpem o egoísmo. Preciso mesmo. As cartas estão lançadas e agora é mesmo sorte. Talento já está. Falta a sorte. Paciência eu tenho. Tratarei de tudo o que for mais minucioso, chato, burocrático, demorado. Mas ainda assim preciso de um bocadinho de sorte. Energias positivas. Prometo retribuir.
7 de abril de 2014
produtinho maravilha
Trago-vos dois produtinhos, mas um deles é mais maravilha que o outro. Na minha bela cabeleira estes produtinhos são os cavaleiros andantes que a vão domando, controlando e embelezando (uau!).
Cuidado quase diário. Às vezes esqueço-me (mas são pouquinhas) é com o Azeite Extraordinário Óleo para Cabelos da L'oreal. Cheira bem, não é pegajoso e deixa as pontas brilhantes e com aspecto saudável (mesmo quando elas já não estão lá muito bem de saúde).
Mas a descoberta das descobertas foi mesmo este menino. O Elnett Satin protector de calor e fixador de penteado (é isso mesmo, faz as duas coisas e muito bem feitinhas) da L'oreal. Comprei-o a medo porque o achei caro (9,95€ no Jumbo) mas foi o único que encontrei que protegia o cabelo até 230graus de temperatura (que é a temperatura em que estico o meu cabelo com a prancha, quando estou com mais pressa, já sei, já sei, faz mal, mas eu tenho muito cabelo e muito grosso). Comprei-o a medo e estava preparada para ser mais um "lá fui eu deitar dinheiro ao lixo". Já tinha experimentado outros protectores de calor e deixavam-me o cabelo pegajoso, fixo como se fosse palha, com um aspecto de não estar muito solto nem natural. E o que acontecia é que os deixava de usar e toca a passar a placa sem nenhum protector. Com este é tudo ao contrário disso. Uso-o com alegria. Sei que me protege de temperaturas bem altas, tem um óptimo cheirinho e, o melhor de tudo, fixa mesmo o liso do cabelo, aguentando mesmo os 3 dias (como o produtinho promete) e, em mim, ainda mais se for preciso. É mesmo m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o. O cabelo fica solto, brilhante e liso! Sem estar colado à cabeça ou com aspecto artificial. Gosto mesmo muito dele. Uns 9,95€ que me custaram a dar (mas custa-me sempre, para mim todos os produtos do mundo custavam 2,50€ e éramos todos muito mais felizes) mas que, no final, valeram a pena.
6 de abril de 2014
consultório sentimental
Eu sou pessoa que gosta sempre de partilhar bons conselhos. Também gosto de partilhar parvoíces e coisas mais para o inútil mas que nos fazem soltar uma boa gargalhada. Por isso, minha gente, aqui vos deixo um artigo que pode mudar as vossas vidas:
O que a posição de dormir do casal pode revelar sobre o relacionamento.
Cá em casa vai variando. Adormece-se em Conchinha, às vezes muda-se para o Entrelaçados/Abraçados, e nos dias em que está muito calor lá se voltam as costas.
O que a posição de dormir do casal pode revelar sobre o relacionamento.
Cá em casa vai variando. Adormece-se em Conchinha, às vezes muda-se para o Entrelaçados/Abraçados, e nos dias em que está muito calor lá se voltam as costas.
5 de abril de 2014
4 de abril de 2014
Bobbi Brown Makeup Manual
Já andava de olho no Livro da Bobbi Brown (é uma menina ao contrário do que muita gente pensa!) há algum tempo. Como tive de fazer uma compra na Amazon que não chegava às 25 libras e não queria pagar portes, acrescentei o livrinho Bobbi Brown Makeup Manual à compra (foi só e só mesmo por isso que o comprei, cof cof). É um livro visualmente bonito, organizado, limpo. E tem muito boas dicas. É muito simples o que é bom, pois por vezes o bom para começar é saber o simples e o básico. Não fala apenas de maquilhagem, tem cuidados de rosto, de corpo, muito boas dicas para um estilo de vida mais saudável, que como sabemos se reflete também na nossa pele. É um livro que motiva a cuidar do eu e a potenciá-lo. Quando chegou percorri-o duma ponta à outra, folheando e agora, de tempos a tempos, pego nele e leio uma secção ou outra. Gosto de o ter na minha prateleira e saber que tenho aquele recurso. Deixo-vos um vídeo, sobre o livro, para vos inspirar:
Benvindo a casa primeiro livro de maquilhagem e primeiro produtinho da Bobbi Brown (conta não conta? É que o resto dos produtos dado o valor monetário ainda tardarão muitooooo em chegar).
Benvindo a casa primeiro livro de maquilhagem e primeiro produtinho da Bobbi Brown (conta não conta? É que o resto dos produtos dado o valor monetário ainda tardarão muitooooo em chegar).
3 de abril de 2014
seus preguiçosos!
Após um estudo extremamente bem fundamentado e com recurso a uma análise estatística impecável cheguei a uma conclusão muito importante sobre os queridos leitores do estaminé (somos poucos, mas bons, nem é bons é mesmo fenomenais!):
E como é que eu sei isto? Porque do meu estudo (extremamente bem feito diga-se já) concluí que vocês gostam e participam mais em posts que eu faço com imagens/frases inspiradoras com vida, com o amor, com parvoíces, etc e tal. Quando eu ponho o meu coraçãozinho nestas teclas e vos brindo com fantásticos testamentos sobre a coisas muito interessantes (ou não) vocês não passam cartão. Posto isto, vou-me deixar de escrever e isto vai parecer um instagram. Tomem lá.
Não vou, não consigo. Adoro tudo o que vos deixo aqui (imagens inspiradoras e coisinhas fofinhas incluídas) mas gosto mesmo muito de escrever. Maaaaaaaaaaaaaas como eu sou ainda mais fofinha que as imagens fofinhas, pergunto, o que é que vocês gostam mais por aqui? De que gostam de ler? Que gostavam que eu mandasse um ou dois bitaites?
P.S.: Estou com um medo do caraças que vocês não leiam isto e eu fique a chorar baba e ranho e com olheiras até aos tornozelos. Bonita imagem.
- Vocês são preguiçosinhos! -
E como é que eu sei isto? Porque do meu estudo (extremamente bem feito diga-se já) concluí que vocês gostam e participam mais em posts que eu faço com imagens/frases inspiradoras com vida, com o amor, com parvoíces, etc e tal. Quando eu ponho o meu coraçãozinho nestas teclas e vos brindo com fantásticos testamentos sobre a coisas muito interessantes (ou não) vocês não passam cartão. Posto isto, vou-me deixar de escrever e isto vai parecer um instagram. Tomem lá.
Não vou, não consigo. Adoro tudo o que vos deixo aqui (imagens inspiradoras e coisinhas fofinhas incluídas) mas gosto mesmo muito de escrever. Maaaaaaaaaaaaaas como eu sou ainda mais fofinha que as imagens fofinhas, pergunto, o que é que vocês gostam mais por aqui? De que gostam de ler? Que gostavam que eu mandasse um ou dois bitaites?
P.S.: Estou com um medo do caraças que vocês não leiam isto e eu fique a chorar baba e ranho e com olheiras até aos tornozelos. Bonita imagem.
já há muito tempo que não escrevo para ti
E tu mereces.
Tenho andado um bocadinho zangada. Não contigo. Nunca fico. Mas zangada com a vida. Odeio dizê-lo, mas quando o digo é quando me apercebo que não, não estou nada zangada com a vida, pois essa expressão é muito dura. Os últimos tempos têm obrigado a muita reflexão, a muitos pedidos, a poucas certezas do futuro e a muitos medos. E talvez, por isso, ande a dar uma maior importância a certas coisas mais pequeninas que me irritam, entristecem e revoltam. E deixo-as remoer e aí sim, sinto-me "zangada". Mas não quero entrar numa espiral de amargura. Até porque não tenho razões para isso. Até poderia ter, mas depois lembro-me que nenhuma amargura me pode prender porque te tenho a ti. Parece poético e patético, mas não é. A minha maior gratidão é ter-te a ti, todos os dias, a meu lado. A minha maior gratidão é saber que te faço, verdadeiramente, feliz. A minha maior gratidão é saber que queremos as mesmas coisas. Ainda que seja difícil, ainda que seja incompreensível para algumas pessoas, ainda que dê muito medo, ainda que me atormente, ainda que nos limite, queremos ao fim do dia as mesmas coisas. Eu quero-te a ti e tu queres-me a mim. E não podia ser mais simples. O que estraga esta simplicidade são as merdinhas pequenas que não podemos controlar. Mas podemos contornar. E assim o temos feito e continuaremos a fazer. Sei, no fundo do coração, que és melhor pessoa para mim. É como se tivesses nascido para mim. E eu para ti. E, por isso, hoje escrevo para ti. Eu, que nos últimos tempos tenho estado cinzenta (a fugir para o negro), tento redimir-me e prometer um esforço para respirar mais e suspirar menos. Obrigada por nunca me deixares enegrecer por dentro. Por seres luz e calor. Por não me deixares ir abaixo. Por explorares como estou por dentro, me questionares, me fazeres enfrentar os macaquinhos, estando sempre lá para me apanhares quando o confronto já se torna insuportável. Fica a promessa do meu esforço. Conseguiremos. E, sim, isto mais que uma promessa é uma mensagem de amor. A mensagem de que queremos as mesmas coisas. Eu quero-te a ti e tu queres-me a mim.
Tenho andado um bocadinho zangada. Não contigo. Nunca fico. Mas zangada com a vida. Odeio dizê-lo, mas quando o digo é quando me apercebo que não, não estou nada zangada com a vida, pois essa expressão é muito dura. Os últimos tempos têm obrigado a muita reflexão, a muitos pedidos, a poucas certezas do futuro e a muitos medos. E talvez, por isso, ande a dar uma maior importância a certas coisas mais pequeninas que me irritam, entristecem e revoltam. E deixo-as remoer e aí sim, sinto-me "zangada". Mas não quero entrar numa espiral de amargura. Até porque não tenho razões para isso. Até poderia ter, mas depois lembro-me que nenhuma amargura me pode prender porque te tenho a ti. Parece poético e patético, mas não é. A minha maior gratidão é ter-te a ti, todos os dias, a meu lado. A minha maior gratidão é saber que te faço, verdadeiramente, feliz. A minha maior gratidão é saber que queremos as mesmas coisas. Ainda que seja difícil, ainda que seja incompreensível para algumas pessoas, ainda que dê muito medo, ainda que me atormente, ainda que nos limite, queremos ao fim do dia as mesmas coisas. Eu quero-te a ti e tu queres-me a mim. E não podia ser mais simples. O que estraga esta simplicidade são as merdinhas pequenas que não podemos controlar. Mas podemos contornar. E assim o temos feito e continuaremos a fazer. Sei, no fundo do coração, que és melhor pessoa para mim. É como se tivesses nascido para mim. E eu para ti. E, por isso, hoje escrevo para ti. Eu, que nos últimos tempos tenho estado cinzenta (a fugir para o negro), tento redimir-me e prometer um esforço para respirar mais e suspirar menos. Obrigada por nunca me deixares enegrecer por dentro. Por seres luz e calor. Por não me deixares ir abaixo. Por explorares como estou por dentro, me questionares, me fazeres enfrentar os macaquinhos, estando sempre lá para me apanhares quando o confronto já se torna insuportável. Fica a promessa do meu esforço. Conseguiremos. E, sim, isto mais que uma promessa é uma mensagem de amor. A mensagem de que queremos as mesmas coisas. Eu quero-te a ti e tu queres-me a mim.
1 de abril de 2014
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