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27 de julho de 2014
24 de julho de 2014
Todos os dias são dias felizes
Todos os dias acordo feliz. E ao escrever isto com todas as certezas que é verdade deixa-me ainda mais feliz. Isto de cultivar a felicidade nas pequenas coisas e todos os dias é mesmo uma espiral. O ter mudado de vida não foi fácil. Estou agora a estabilizar aqui, a ter o meu próprio espaço, a ter as minhas burocracias tratadas, a ter as minhas coisinhas. Mas isso demorou tempo. E esse tempo ensinou-me que precisamos de muito pouco para sermos felizes. Tive muitas das minhas coisas fechadas nas malas que tão meticulosamente planeei como indispensáveis. Tive de adaptar sistemas para ter espaço para as minhas rotinas, fossem os cremes, os livros, os documentos, as maquilhagens, a roupa, sapatos, recordações, tudo! Tive de adaptar para que coubesse tudo num pequeno espaço que não era só meu. Tive de aprender a idealizar uma casa minha sem a ter. A ver peças lindas e práticas que não fazia sentido comprar. E, agora, que já tenho a casinha (que é linda, linda, linda e nossa!) sou mais contida. Sei que o tempo vai pôr tudo no lugar. Sei que não precisamos de muitas coisas. Sei que há muito que se pode adaptar e muitas coisas por onde se pode poupar. Este país também nos ensina muito disso. Mas isso deixo para outro post. Comecei por dizer que acordo todos os dias feliz e não queria divagar muito. Sou feliz porque acho realmente que agora estou no sítio certo, com a minha pessoa certa. Se me faltam coisas, pessoas, momentos? Faltam e continuarão a faltar. Mas continuo também a acreditar muito nas pessoas. E as que deixei e que são as minhas pessoas, continuarão sempre comigo.
Acordo todos os dias feliz porque estou tão, mas tão grata desta oportunidade. Grata de quem quer que esteja a olhar por nós, está a olhar bem por nós. Está a tratar-nos bem. A vida é para ser vivida. E eu gosto de viver (cada vez mais) a minha. A nossa.
Acordo todos os dias feliz porque estou tão, mas tão grata desta oportunidade. Grata de quem quer que esteja a olhar por nós, está a olhar bem por nós. Está a tratar-nos bem. A vida é para ser vivida. E eu gosto de viver (cada vez mais) a minha. A nossa.
22 de junho de 2014
19 de junho de 2014
10 de maio de 2014
6 de maio de 2014
Sobre isto de fazer as malas e mudar de vida
Já não é a primeira vez que o faço. Mas é a primeira mais a sério, mais adulta, mais por mim e sem intermediários, sem burocracias ou a quem recorrer se a coisa der uma bocadinho para o torto. Há algo fascinante sobre termos a oportunidade de mudar tudo de um dia para o outro. Literalmente de um dia para o outro mudamos tudo. Enfiamos tudo o que consideramos indispensável para dentro de uma ou duas malas, na esperança de que o que levamos lá dentro nos conforte e nos deixe continuarmos a ser nós próprios em sítios diferentes. A triagem que temos de fazer para fazer as malas para nos mudarmos para outra parte do globo é uma triagem ingrata. Pelas coisas mais fúteis como não podermos trazer as 30 combinações de roupa, acessórios e calçados perfeitos (e maquilhagem e cosméticos e aquela toalha de banho tão suave e fantástica) até as coisas que seriam realmente indispensáveis de trazer nas nossas malas, as pessoas que ficam. Sou uma afortunada com as relações que tenho. Lamento informar-vos mas não são vocês que têm os melhores amigos do mundo, sou mesmo eu. E essa é a parte menos fascinante disto de mudar de vida, ficar longe. Como tenho os melhores amigos do mundo é um longe físico apenas. Isto de mudar de vida, contrariamente ao que se possa pensar, faz-nos ficar mais perto das pessoas. A preocupação aumenta. As novidades são contadas com maior entusiasmo. Olhamos mais para as pessoas. Sentimos mais os tremores nas suas vozes. Respeitamos os dias em que não há chamadas. Festejamos os dias em que há chamadas. Deitamo-nos tardíssimo depois daquelas chamadas que deviam ter durado 5 minutinhos e duraram quase 2 horas. Estar longe aproxima as pessoas. E é por isso, que nesta coisa fascinantemente assustadora de mudar de vida sei que tenho mais a ganhar do que a perder. E é exactamente isso que digo, penso e repito para mim própria nos momentos de maior aflição. Estou longe. Mas estou perto. Estou bem. E a caminhar para ser (ainda) mais feliz.
13 de abril de 2014
12 de abril de 2014
11 de abril de 2014
10 de abril de 2014
6 de abril de 2014
consultório sentimental
Eu sou pessoa que gosta sempre de partilhar bons conselhos. Também gosto de partilhar parvoíces e coisas mais para o inútil mas que nos fazem soltar uma boa gargalhada. Por isso, minha gente, aqui vos deixo um artigo que pode mudar as vossas vidas:
O que a posição de dormir do casal pode revelar sobre o relacionamento.
Cá em casa vai variando. Adormece-se em Conchinha, às vezes muda-se para o Entrelaçados/Abraçados, e nos dias em que está muito calor lá se voltam as costas.
O que a posição de dormir do casal pode revelar sobre o relacionamento.
Cá em casa vai variando. Adormece-se em Conchinha, às vezes muda-se para o Entrelaçados/Abraçados, e nos dias em que está muito calor lá se voltam as costas.
5 de abril de 2014
3 de abril de 2014
já há muito tempo que não escrevo para ti
E tu mereces.
Tenho andado um bocadinho zangada. Não contigo. Nunca fico. Mas zangada com a vida. Odeio dizê-lo, mas quando o digo é quando me apercebo que não, não estou nada zangada com a vida, pois essa expressão é muito dura. Os últimos tempos têm obrigado a muita reflexão, a muitos pedidos, a poucas certezas do futuro e a muitos medos. E talvez, por isso, ande a dar uma maior importância a certas coisas mais pequeninas que me irritam, entristecem e revoltam. E deixo-as remoer e aí sim, sinto-me "zangada". Mas não quero entrar numa espiral de amargura. Até porque não tenho razões para isso. Até poderia ter, mas depois lembro-me que nenhuma amargura me pode prender porque te tenho a ti. Parece poético e patético, mas não é. A minha maior gratidão é ter-te a ti, todos os dias, a meu lado. A minha maior gratidão é saber que te faço, verdadeiramente, feliz. A minha maior gratidão é saber que queremos as mesmas coisas. Ainda que seja difícil, ainda que seja incompreensível para algumas pessoas, ainda que dê muito medo, ainda que me atormente, ainda que nos limite, queremos ao fim do dia as mesmas coisas. Eu quero-te a ti e tu queres-me a mim. E não podia ser mais simples. O que estraga esta simplicidade são as merdinhas pequenas que não podemos controlar. Mas podemos contornar. E assim o temos feito e continuaremos a fazer. Sei, no fundo do coração, que és melhor pessoa para mim. É como se tivesses nascido para mim. E eu para ti. E, por isso, hoje escrevo para ti. Eu, que nos últimos tempos tenho estado cinzenta (a fugir para o negro), tento redimir-me e prometer um esforço para respirar mais e suspirar menos. Obrigada por nunca me deixares enegrecer por dentro. Por seres luz e calor. Por não me deixares ir abaixo. Por explorares como estou por dentro, me questionares, me fazeres enfrentar os macaquinhos, estando sempre lá para me apanhares quando o confronto já se torna insuportável. Fica a promessa do meu esforço. Conseguiremos. E, sim, isto mais que uma promessa é uma mensagem de amor. A mensagem de que queremos as mesmas coisas. Eu quero-te a ti e tu queres-me a mim.
Tenho andado um bocadinho zangada. Não contigo. Nunca fico. Mas zangada com a vida. Odeio dizê-lo, mas quando o digo é quando me apercebo que não, não estou nada zangada com a vida, pois essa expressão é muito dura. Os últimos tempos têm obrigado a muita reflexão, a muitos pedidos, a poucas certezas do futuro e a muitos medos. E talvez, por isso, ande a dar uma maior importância a certas coisas mais pequeninas que me irritam, entristecem e revoltam. E deixo-as remoer e aí sim, sinto-me "zangada". Mas não quero entrar numa espiral de amargura. Até porque não tenho razões para isso. Até poderia ter, mas depois lembro-me que nenhuma amargura me pode prender porque te tenho a ti. Parece poético e patético, mas não é. A minha maior gratidão é ter-te a ti, todos os dias, a meu lado. A minha maior gratidão é saber que te faço, verdadeiramente, feliz. A minha maior gratidão é saber que queremos as mesmas coisas. Ainda que seja difícil, ainda que seja incompreensível para algumas pessoas, ainda que dê muito medo, ainda que me atormente, ainda que nos limite, queremos ao fim do dia as mesmas coisas. Eu quero-te a ti e tu queres-me a mim. E não podia ser mais simples. O que estraga esta simplicidade são as merdinhas pequenas que não podemos controlar. Mas podemos contornar. E assim o temos feito e continuaremos a fazer. Sei, no fundo do coração, que és melhor pessoa para mim. É como se tivesses nascido para mim. E eu para ti. E, por isso, hoje escrevo para ti. Eu, que nos últimos tempos tenho estado cinzenta (a fugir para o negro), tento redimir-me e prometer um esforço para respirar mais e suspirar menos. Obrigada por nunca me deixares enegrecer por dentro. Por seres luz e calor. Por não me deixares ir abaixo. Por explorares como estou por dentro, me questionares, me fazeres enfrentar os macaquinhos, estando sempre lá para me apanhares quando o confronto já se torna insuportável. Fica a promessa do meu esforço. Conseguiremos. E, sim, isto mais que uma promessa é uma mensagem de amor. A mensagem de que queremos as mesmas coisas. Eu quero-te a ti e tu queres-me a mim.
1 de abril de 2014
28 de março de 2014
26 de março de 2014
love lessons from Disney Princesses
Encontrei isto noutro dia e adorei. Primeiro porque adoro os filmes da Disney. Segundo porque adoro as músicas da Disney. Terceiro porque sou uma apaixonada. Quarto porque acho que as mensagens da Disney têm crescido e mudado com os tempos, para melhor.
A minha favorita desta compilação (após muito esforço para só escolher uma) é:
A minha favorita desta compilação (após muito esforço para só escolher uma) é:
O Amor não tem regras.
Se é por ser do filme do Aladino? É. Mas também acho que se pode aplicar a tanta coisa e a uma coisa tão simples como cada relação é uma regra em si, é aquilo que é e não tem por que ser comparada a outra.
Mas gosto de muuuuuuuuitas outras. E vocês, pequenos, quais as vossas lições de amor das princesitas da Disney?
25 de março de 2014
sei que temos a relação perfeita
Quando após um dia inteiro com muitas conversas, carinhos, conversas, carinhos, te deixo em casa e vou até minha casa ao telefone contigo e, chegada a casa, mando-te uma mensagem, mesmo sem dizer muito ou quase nada em concreto, e a conversa continua até ao adormecer.
20 de março de 2014
14 de março de 2014
12 de março de 2014
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