24 de julho de 2014

Real Techniques


Finalmente (será bom o uso da palavra?) perdi o amor ao dinheiro e encomendei uns pincéis da Real Techniques. O tempo que eu já tinha gasto a ver o site oficial, a ver reviews em blogs, em vídeos. E a conclusão era sempre a mesma: ninguém dizia mal, toda a gente dizia bem. Fiz até, para aí em 1947 aqui um post a perguntar conselhos de pincéis e quem veio à baila? Pois, os Real Techniques. Mas o preço e o facto de não lhes poder por a mãozinha antes de comprar demoviam-me sempre. Até que descobri que fazer comprinhas na Amazon da Alemanha e enviar aqui para a minha nova terra (Holanda para os mais distraídos) a partir de certo valor já não pagamos portes. Música para os meus ouvidos. Lá fui eu investigar. E quando tal já estava só à distância de um click.
Chegaram ontem e quando abri a porta ao carteiro e vi que era uma caixinha da Amazon até me apeteceu dar-lhe um abracinho.
Para começar pedi a Core Collection e o Expert Face Brush.
Ainda não os experimentei. Estão tão bem arrumadinhos e lindinhos. Mas assim que experimentar quero vir cá deixar review. Acredito que já não haja assim muitooooooo a dizer. Mas pelo menos venho cá deixar o meu entusiasmo!

Real Techniques


Tenho medo que não fique só por aqui. Há por aí mais pessoas rendidas a estes meninos?

23 de julho de 2014

extreme makeover

Se estão cá pela primeira vez não notarão a diferença.
Se me estão a ler pelo bloglovin vão ter de abrir mesmo o blog para notar a diferença.
Se já não é a primeira vez que cá vêm e não estão a notar a diferença, eu vou ali atirar-me da janela abaixo.
Se já não é a primeira vez que cá vêm e estão a notar a diferença (lindos!) espero que gostem.
Acho que estava a querer um espaço mais clean, mais minimalista. Que fosse na mesma eu. E acho que é. Acho que ainda é mais. Isto dá muito trabalho (sou mesmo muito leiga...) e ainda não está ao milímetro como quero (sou mesmo muito perfeccionista também). Mas gosto muito deste novo cantinho. Deste novo 12LOVE. A mudança é mesmo boa.


P.S.: Tudo menos a porcaria do favicon! Aquela coisinha ao lado do separador do blog. Ainda vos aparece o mickey e a minie? A mim sim! Eu gosto deles, juro que gosto. Mas nas definições troquei por outra imagem. E já troquei várias vezes! E isto obedecer-me? Está quieto.

quem diz a verdade não merece castigo #12


22 de julho de 2014

perdões e justificações.

Já muita coisa aconteceu (a mim e ao Mundo, oh se aconteceu!) desde a última vez que cá vim. Podem não acreditar mas ainda que não escreva aqui, ainda que não vos comente por aí, ainda que por vezes leia mais na diagonal, acabo sempre por estar a par de tudo. Infelizmente o tempo e a vontade têm-me afastado de cá. Até hoje. Fui pôr uma carta ao correio (que aqui não existem, estão inseridos nas papelarias) e os meus olhinhos pararam na VOGUE holandesa. Ora eu não estou cá para mais de um mês e só agora é que reparei nela. Não, nada disso. Mas a bichana cá custa €5,95! E, por isso, nunca veio comigo para casa (eu na altura também não tinha casa, mas isso também são outros quinhentos...). Hoje, quando lhe botei os olhinhos estava a bichana, a VOGUE NL, essa mesma, a €2,95. Lá contei as minhas moedas e fui toda feliz até à caixa. E quando sai da papelaria, passou-me um post pela cabeça. Que acabou por não ser este. O post teria sido apenas "Agora sim, estou integrada. Já tenho a minha revista de sala.". E só esse pensamento fez-me sorrir de pensar em vir cá escrever. E logo a seguir fiquei triste. Por não ser persistente. Por deixar sempre o blogue morrer. E isto faz-me bem. E eu tenho tanto, mas tanto para escrever por aqui.


26 de junho de 2014

amsterdam #5

Se eu disser que o ar que aqui se respira é diferente parece poético, mas acho que é mesmo verdade.
O ar acredito que seja diferente porque aqui levasse a conservação deste planeta a sério.
E o ar das pessoas também é diferente. Eu não sei se é deles bicletarem muito que deixam os azedumes todos nos quilómetros que percorrem, mas que eles têm ar de quem estão de bem com a vida têm. E eu gosto mesmo muito disso.

24 de junho de 2014

amsterdam #4

HEMA
HEMA
HEMA
HEMA
HEMA

Não estou assim com muito tempo e para vos apresentar à minha querida amiga HEMA, aqui das Holandas é preciso tempo. Ela merece. Entretanto, para os curiosos, aqui fica a HEMA em versão muito menos engraçada claro.

20 de junho de 2014

o assunto mais falado da humanidade

Comecei por dizer uma mentira no título. Ou melhor eu não sei se é mentira, só não sei se é bem verdade. Confundi ainda mais? Pois que o assunto que me anda a querer escorrer pelos dedos nos últimos dias, penso que eu seja o assunto mais falado da humanidade. O assunto que já levou mais escrita, mais pensamento, mais conversas, mais teorias, pensamentos, ideias, justificações, conclusões e por aí fora! O Amor. Esse mesmo. O Amor. Esse que pode ser por pessoas, animais, coisas. Esse que pode ser presente, passado, futuro, um deles ou todos juntos. Esse que pode ser maravilhoso, mas que pode ser horrível. Esse de que toda a gente fala, mas que nunca achamos que seja em demasia. Esse de que lemos livros famosos e nos emocionamos. Esse de que lemos uma simples frase de um desconhecido escrito a grafiti barato numa parede cinzenta e feia mas que, também, nos emociona. O amor escorre-me pelos dedos e não é só de hoje. Nem de há pouco tempo. O meu amor está no forno já há algum tempo. E lá continuará. Não acredito que caminhamos para uma meta ou objectivo. Não acredito que este bolo de amor estará alguma vez cozido. Não há timmings. Não há metas. Há um caminho. E nesse caminho, eu e o meu amor - o bolinho - encontramos um forno muito confortável. Sabemos a temperatura exacta a que nos sentimos melhor. Mas sabemos também as alturas em que esta tem de subir uns graus. Assim como também sabemos, quando a luz vai abaixo e o forno arrefece que temos de aumentar a temperatura habitual para voltar à nossa temperatura. Sabemos também a que altura nos sentimos melhor. E qual o programa mais adequado. Mas também sabemos que há outros programas que podemos experimentar. Temos uma forma própria (a forma de ir ao forno) onde nos encaixamos bem e convivemos. Mas sabemos também que, em alguns dias, nos podemos pôr em duas formas mais pequenas ou de forma diferente, ainda que voltemos à nossa forma maior. Sabemos que no nosso forno podem entrar alguns ingredientes essenciais ao bolo. Os que já conhecemos e, quem sabe, novos ingredientes que ouvimos, lemos, conhecemos por aí. Sabemos que se um dia o dinheiro não chegar e a luz do nosso forno for cortada, há sempre um bocadinho de lenha que se possa acender para que o frio nunca nos chegue. E sabemos ainda que um bolo bem cozinhado leva tempo. Leva dedicação. Leva saber. Leva aprender. Leva amor. E, por isso, o nosso nunca estará terminado, pois o nosso forno, venha o que vier, nunca deixará de emitir amor.

a ver se nos entendemos


18 de junho de 2014

quem diz a verdade não merece castigo #9



E bem a condizer com o post anterior.

do (não) egoísmo

Sou uma esponja de sentimentos. E de preocupações. E de emoções. E de estados de espírito. Meus. Dos meus. Dos que são só conhecidos. Dos que acabei de conhecer. E se isso sempre me deu uma capacidade de empatia enorme, também me trouxe algumas dores de cabeça, algumas horas sem dormir, algumas horas acordadas mas não aproveitadas, algumas coisas (talvez) mais importantes por fazer. Se há coisa que tenho vindo a fazer ao longo dos anos é a tentar distanciar-me, desligar-me, despreocupar-me. Leio demasiado bem as pessoas. E esqueço-me que, na maior parte das vezes, as pessoas podem não me ler demasiado bem a mim. Ou não ler sequer. E esqueço-me, também, que no final do dia quem tem de estar bem, serena e tranquila, sou eu. E acabo de escrever esta frase e já me soa a egoísmo. Somos assim formatados desde cedo. Mas estou a tentar contrariá-lo. Deixar para trás todos os impedimentos, opiniões, frustrações e ideais que não são meus, mas que sempre deixei que me parassem. Que me abalassem. Que me fizessem sentir pior. A minha maior lição (e esforço) é aprender a diferenciar essas mesmas opiniões (que leio bem demais nas pessoas) das verdadeiras emoções que precisam da minha empatia, do meu abraço do meu entendimento. Das minhas opiniões e vida, sei eu. E às vezes nem sei tudo. E, por isso, quando pergunto a mim mesma "Sofia estarás a ser egoísta? Estarás a pensar só em ti?", controlo o desejo iminente de pensar no que a outra pessoa está a pensar e ponho o prato na balança "Com este assunto deves ser tu a pensar só em ti? Sim ou Não?". E a partir daí sigo o meu caminho. Não é fácil. Ainda me culpo. Mas, sendo sincera, tem sido muito, muito melhor viver assim.



17 de junho de 2014

amsterdam #3

Tenho tanta, mas tanta vontade de arranjar uma bicicleta. Isto deve pegar-se. E os preços (assim para o carotes) dos transportes também ajudam à festa. É que quero ter uma. Vai ser uma aventura porque eu em pequena deixei a minha mini bicicleta e nunca tive uma dos grandes. Andei numa bicicleta de adulto no máximo umas 3 vezes e meia, maaaaaaaas... Isto vai lá. E já imagino a minha bicicleta bem pirosona. Bem colorida, cheia de flores e acessórios. Pois claro. Para se ver duma ponta de Amesterdão à outra.

quem diz a verdade não merece castigo #8


10 de junho de 2014

amsterdam #2

Ouvi hoje na rua por um português (eles andam mesmo aí):

"- E as alheiras? Não há como enganar. É fazer 3 furos com um garfos, pôr no forno e sai um bocadinho de Portugal de lá de dentro."


Ainda não estou cá há tempo suficiente para me dar os desejos. Mas achei a lógica fantástica. Entretanto já descobri uma loja portuguesa (eu não vos disse que eles andavam aí?) que tem rissóis, bolinhos de bacalhau, pastéis de belém, ... Basicamente, tudo a que uma pessoa tem direito. Já não estamos mal. 

8 de junho de 2014

Amsterdam #1

Amesterdão em 3 palavras (guardadas no primeiro dia cá):

- Bicicletas
- Calma
- Janelas