Se eu disser que o ar que aqui se respira é diferente parece poético, mas acho que é mesmo verdade.
O ar acredito que seja diferente porque aqui levasse a conservação deste planeta a sério.
E o ar das pessoas também é diferente. Eu não sei se é deles bicletarem muito que deixam os azedumes todos nos quilómetros que percorrem, mas que eles têm ar de quem estão de bem com a vida têm. E eu gosto mesmo muito disso.
26 de junho de 2014
25 de junho de 2014
24 de junho de 2014
amsterdam #4
HEMA
HEMA
HEMA
HEMA
HEMA
Não estou assim com muito tempo e para vos apresentar à minha querida amiga HEMA, aqui das Holandas é preciso tempo. Ela merece. Entretanto, para os curiosos, aqui fica a HEMA em versão muito menos engraçada claro.
HEMA
HEMA
HEMA
HEMA
Não estou assim com muito tempo e para vos apresentar à minha querida amiga HEMA, aqui das Holandas é preciso tempo. Ela merece. Entretanto, para os curiosos, aqui fica a HEMA em versão muito menos engraçada claro.
23 de junho de 2014
segunda feira e uma ótima semana #14
P.S.: Já mudávamos isto para um "maandag en een fijn week" ou continuamos com muito amor à bandeira?
22 de junho de 2014
20 de junho de 2014
o assunto mais falado da humanidade
Comecei por dizer uma mentira no título. Ou melhor eu não sei se é mentira, só não sei se é bem verdade. Confundi ainda mais? Pois que o assunto que me anda a querer escorrer pelos dedos nos últimos dias, penso que eu seja o assunto mais falado da humanidade. O assunto que já levou mais escrita, mais pensamento, mais conversas, mais teorias, pensamentos, ideias, justificações, conclusões e por aí fora! O Amor. Esse mesmo. O Amor. Esse que pode ser por pessoas, animais, coisas. Esse que pode ser presente, passado, futuro, um deles ou todos juntos. Esse que pode ser maravilhoso, mas que pode ser horrível. Esse de que toda a gente fala, mas que nunca achamos que seja em demasia. Esse de que lemos livros famosos e nos emocionamos. Esse de que lemos uma simples frase de um desconhecido escrito a grafiti barato numa parede cinzenta e feia mas que, também, nos emociona. O amor escorre-me pelos dedos e não é só de hoje. Nem de há pouco tempo. O meu amor está no forno já há algum tempo. E lá continuará. Não acredito que caminhamos para uma meta ou objectivo. Não acredito que este bolo de amor estará alguma vez cozido. Não há timmings. Não há metas. Há um caminho. E nesse caminho, eu e o meu amor - o bolinho - encontramos um forno muito confortável. Sabemos a temperatura exacta a que nos sentimos melhor. Mas sabemos também as alturas em que esta tem de subir uns graus. Assim como também sabemos, quando a luz vai abaixo e o forno arrefece que temos de aumentar a temperatura habitual para voltar à nossa temperatura. Sabemos também a que altura nos sentimos melhor. E qual o programa mais adequado. Mas também sabemos que há outros programas que podemos experimentar. Temos uma forma própria (a forma de ir ao forno) onde nos encaixamos bem e convivemos. Mas sabemos também que, em alguns dias, nos podemos pôr em duas formas mais pequenas ou de forma diferente, ainda que voltemos à nossa forma maior. Sabemos que no nosso forno podem entrar alguns ingredientes essenciais ao bolo. Os que já conhecemos e, quem sabe, novos ingredientes que ouvimos, lemos, conhecemos por aí. Sabemos que se um dia o dinheiro não chegar e a luz do nosso forno for cortada, há sempre um bocadinho de lenha que se possa acender para que o frio nunca nos chegue. E sabemos ainda que um bolo bem cozinhado leva tempo. Leva dedicação. Leva saber. Leva aprender. Leva amor. E, por isso, o nosso nunca estará terminado, pois o nosso forno, venha o que vier, nunca deixará de emitir amor.
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