31 de março de 2014
30 de março de 2014
os básicos dos básicos
Este post também se podia chamar os melhores amigos da Sofia, mas depois ia parecer de mais. E o título é um bocadinho mentira porque não mesmo os básicos de todos os dias (há dias com mais preguiça, menos vontade ou as duas coisas).
Como Domingo é, para a maioria das pessoas, o dia em que nos lembramos de dar um bocadinho mais de atenção a nós próprias, aqui fica um bocadinho que faz parte desse cuidar do eu. Aos bocadinhos fui construindo uma rotina e, de momento, estes são os produtos, a nível de maquilhagem, que reinam nesta bela carinha.
Pó compacto KIKO | Blush KIKO | Caneta correctora iluminadora KIKO | BB cream Nude Magique L'oreal (Adoro-o!) | Mascara de pestana KIKO | Stick Corrector Essence | Pincel de pó e de blush KIKO
Há dias em que faço toda esta rotina. Há dias em que com um corrector de olheiras e uma mascara de pestanas já saio à rua. Há dias que até saio à rua sem nada disto (mas sempre com a pele hidratadinha!). Isto vai dependendo dos dias. Mas estes são, para mim, os básicos dos mais básicos que conjugados conseguem refrescar e potenciar qualquer rosto.
P.S.: Qualquer preferência mais notória por produtos KIKO não é mera coincidência. Foi a primeira marca onde me perdi. E ainda perco. Já começo a descobrir outras. Mas o preço (o preço!) e a variedade da KIKO estão no meu coração. E na minha carinha.
29 de março de 2014
e habemus palette!
E a escolhida após alguns dilemas foi esta menina, a i-Divine au naturel Palette da Sleek MakeUp. Custou 10€ na Sephora. Parece-me do que vi e li que é genial. Mas mal estejamos mais acostumaditas uma à outra, eu vejo cá mandar um bitaite mais fundamentadinho, vale?
28 de março de 2014
27 de março de 2014
sobre a depressão
Este é um tema com o qual tento sempre, sempre ter uma sensibilidade redobrada. Já tive amigos, familiares meus e de amigos, que passaram ou estão a passar por uma depressão. Surpreende-me sempre saber de algumas pessoas que nunca imaginei que pudessem passar por uma depressão e que a tiveram. Ou melhor, surpreendia-me mais antigamente, quando não compreendia muito bem o que era esta doença. Nunca tive nenhuma, já tive fases mais negras, mas sei que nunca tive mesmo uma depressão, nunca me deixei chegar a esse ponto. Tenho muito medo e muito respeito por esta condição. Por mim e pelos que a têm ou já tiveram. Acho a depressão assustadora, essencialmente, por aquilo que vi por causa da rapidez com que se pode instalar e mudar a vida a uma pessoa. O negro que traz à sua vida e aos que rodeiam a pessoa depressiva. Não consigo imaginar o que sente no seu interior uma pessoa nesse estado. Tento com muita força pôr-me no lugar dessas pessoas, mas sei que nunca será o mesmo. Tento arranjar justificações e fico frustrada quando chego à conclusão que possivelmente não há uma justificação completamente lógica e clara para o porquê de se chegar a tal estado. Tenho muita pena da falta de informação e apoio que existe com a depressão. Do tabu que existe, de um certo menosprezo com a doença. E acredito que muita desta desinformação é o que leva as pessoas a não ficarem completamente curadas e a voltarem às suas vidas a 100% e, possivelmente, a nunca encontrarem a plena alegria de viver. Vejo nas pessoas com depressão alguém perdido, alguém que já não se conhece nem a si e, por vezes, aos outros, alguém sem um ponto de abrigo, alguém que não gosta de si e que, nos casos mais graves, não gosta de viver. E é muito ajudar pessoas assim pois, se por uma lado, queremos prestar o nosso apoio, é sabido que se levamos, continuamente, ao colo pessoas que estão sem forças próprias para se erguer, essas mesmas pessoas nunca se conseguirão erguer sozinhas. E esse é, para mim, um dos desafios maiores quando se tenta ajudar alguém assim, encontrar o equilibro entre a ajuda e quando já estamos a fazer de mais e, consequentemente, a não deixar que a pessoas evolua por si. Das pessoas com quem contactei apercebi-me que a mudança só se dá quando a própria pessoa está preparada, quando arruma a mente e volta à luta, quando se sente novamente com forças. Mas essa mesmo pessoa chega a estar assim um dia por ter tido algum colo e algum aconchego, algum carinho, alguma atenção. Costumo dizer que se tem de levar a depressão como uma constipação, ambas são doenças e ambas têm tratamentos diferentes consoante as pessoas. A diferença entre as duas é que uma pessoa com uma constipação é olhada de maneira perfeitamente normal, a pessoa com uma depressão é evitada ou julgada. E, isso, nunca a irá ajudar.
por favor digam-me que
O novo estilo de Facebook que acabou de me aparecer é uma espécie de um vírus qualquer e que vai desaparecer mais dia menos dia? O que é aquilo senhores? Que raio de tipo de letra é aquele? Ando eu aqui a benzer-me para por este cantinho o mais bonito, asseado, coerente, agradável à vista, eu que não percebo nada de códigos e html's esforço-me e eles que devem ter os melhores gurus das informáticas é aquilo que fazem? Seriously, aquilo é o melhor que conseguiram? Eu sei que sou nojentinha, mas é aquilo? Fica assim para sempre? Não dá para mudar? Ai... Até dói.
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