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16 de março de 2014
isto também vos acontece?
Eu acho mesmo que num futuro (próximo para eu ainda beneficiar) alguém devia inventar uma espécie de touca para nos gravar os pensamentos que temos antes de adormecer. Até podia ser uma touca pirosa tipo as da natação, a mim dava-me igual. É que quando estamos no momento lusco fusco antes de adormecer eu acho que somos ultra produtivos, organizados e muito memoriados (uau!). São muitas as vezes em que faço uma lista mental das coisas que tenho para fazer no próximo(s) dia(s). Até aqui tudo muito normal. O problema (ou a solução, já não sei bem) reside quando me lembro de coisas que já devia ter feito ou que tenho de fazer brevemente e que tenho de fazer MESMO. Coisas que provavelmente não me lembraria durante o resto do dia. Coisas essas que é bem provavelmente que me volte a esquecer e a lembrar passado aí umas 2, 3 noites. Já cheguei ao cúmulo de apontar no telemóvel pequenas listas. É triste o cérebro humano ser assim. Ou o meu, pronto.
15 de março de 2014
sábado é dia de
- Acordar mais tarde. E mais lentamente.
- Tomar o pequeno almoço na cama. E mais lentamente.
- Por uma roupa mais descontraída (Eu não disse feia. Nem disse fato de treino. Disse descontraída). Arranjarmo-nos também mais lentamente.
- Ver as novidades desse mundo fora.
- Fazer nhé nhé com mi pareja. Que é como quem diz matar alguém com beijinhos.
- Lambuzar-me com um almoço delicioso preparado por mi pareja.
- Mais um bocadinho de nhé nhé com mi pareja.
- Ver as novidades deste pequeno mundo em que nos encontramos. Ver o que andaram para aí a escrever. Escrever aqui na barraca. Preparar outras coisas aqui para a barraca.
- Chatear-me com o blogger que não me deixa adicionar outros blogs.
- Comer chocolate do bom. Nada lentamente.
- Não ter nada planeado para o resto do dia. E não ter mal nenhum.
Bom fim de semana a todos.
- Tomar o pequeno almoço na cama. E mais lentamente.
- Por uma roupa mais descontraída (Eu não disse feia. Nem disse fato de treino. Disse descontraída). Arranjarmo-nos também mais lentamente.
- Ver as novidades desse mundo fora.
- Fazer nhé nhé com mi pareja. Que é como quem diz matar alguém com beijinhos.
- Lambuzar-me com um almoço delicioso preparado por mi pareja.
- Mais um bocadinho de nhé nhé com mi pareja.
- Ver as novidades deste pequeno mundo em que nos encontramos. Ver o que andaram para aí a escrever. Escrever aqui na barraca. Preparar outras coisas aqui para a barraca.
- Chatear-me com o blogger que não me deixa adicionar outros blogs.
- Comer chocolate do bom. Nada lentamente.
- Não ter nada planeado para o resto do dia. E não ter mal nenhum.
Bom fim de semana a todos.
14 de março de 2014
13 de março de 2014
coisas simples desta vida
E como pode saber tão bem uma simples torrada de pão saloio com um iogurte que veio de casa. E, assim, recarregar energias para continuar a trabalhar, produzir, avançar. E, claro, sempre na melhor companhia. A tua.
I (do pronome pessoal "Eu" em Inglês)
Corrijam-me se estiver errada, mas acabei de me aperceber que a língua inglesa é a única/das poucas/uma das algumas línguas em que o pronome pessoal "eu", ou seja I se escreve sempre com letra maiúscula. Eu sei, eu sei, tanta coisa para reparar no mundo, eu sei, mas... Pôs-me a pensar que inconscientemente termos o hábito de escrever a nossa referência, o nosso Eu com maiúscula pode ser lido (ou não) como uma forma de olharmos mais para nós. Foi isso que me pôs a pensar a minha descoberta (uau!). Há mesmo que cuidar mais de nós. Olhar mais para nós. Tratar de nós. Mimar. Arranjar. Nutrir. Hidratar. Ginasticar. Correr. Cometer excessos que só nós gostamos. Passar uma hora a fazer coisas que só nós gostamos. E na frenética dos dias é provável que estas coisas nos passem ao lado. E, por isso, é sempre bom ter um lembrete bem visível disso. Nem que seja na forma de escrita. I matter. I do. I am.
12 de março de 2014
os blogs e o anonimato
Às vezes quando vou na rua ponho-me a observar as pessoas. Faço isto muitas vezes. Isto agora soou muito creepy. Bem visto, muito creepy mesmo. Mas sim, gosto de observar pessoas. Na rua, nos shoppings, no metro, até parada no trânsito. Em primeiro, gosto de ver modelitos, trapos, maquilhagens, cabelos. Em segundo, também gosto de ver trambolhos, mas nem tanto, que os meus olhos são preciosos e sensíveis. Em terceiro, gosto de imaginar que vidas vão ali. Que famílias. Que amigos. Se aquela pessoa hoje já passou por algum desafio. Se está confiante. Se está insegura. Se está apaixonada ou de coração partido. Se será uma boa pessoa. Se já cometeu alguma boa acção hoje. Se já magoou alguém hoje. E dentro de todas estas análises, recentemente incluí a de "Será que tem um blog?". Será que eu já vi o blog dessa pessoa. Será que essa pessoa vê blogs? Ainda não me ponho no armanço de pensar "Oh meu deus! Será que já passou pelo meu estaminé?" Lá chegaremos, que há dias em que o nível de paranóia me pode dar para isso. Mas, e continuando na temática da possibilidade das pessoas que passam por nós terem um blog, eu acho que é mesmo muito grande. Há muitos blogs, muitas pessoas, muitas palavras já escritas. E é bom ser assim. E é bom este ser um lugar em que (os que assim o querem) se possa ter um anonimato. Nunca pensei quando criei o estaminé dizer logo quem era, de o partilhar com conhecidos. A mim não me fazia sentido. Seria apenas uma maneira de o que conto às minhas pessoas pessoalmente (uau!), passar a contar por palavras. E, para mim, não fazia sentido. E o anonimato é bom. É bom poder vir para aqui desenrolar este mundo e o outro e ser só a Sofia. Não a Sofia que tem certa família, que namora com certa pessoa, que tem certo grupo de amigos, que vive em certo sítio, que andou em certa escola, que andou em certa universidade, que que tem certo carro. E gosto de ver isso nos blogs que leio. Há mais transparência. Em alguns, está ali a verdadeira essência da pessoa. A escrita faz-nos isso. E, por isso, sim gosto de ir na rua e imaginar se aquela pessoa tem um blog e se algum dia lerei alguma coisa escrita dessa mesma pessoa.
no parque de estacionamento
Ontem. Num shopping. Depois de uma ida ao cinema. Tu para mim.
- "É por ali que ficou o carro, não é?".
- "..."
Como se eu fosse mesmo saber!
Confesso, já tive muitos mini enfartes por não me lembrar onde deixo o carro. Normalmente, quando vou sozinha (e me lembro!) até aponto o a letra e o número do lugar no telemóvel.
- "É por ali que ficou o carro, não é?".
- "..."
Como se eu fosse mesmo saber!
Confesso, já tive muitos mini enfartes por não me lembrar onde deixo o carro. Normalmente, quando vou sozinha (e me lembro!) até aponto o a letra e o número do lugar no telemóvel.
11 de março de 2014
(re) viver
Já há mais de um ano que não vivo na casa onde mais gostei de viver. A nossa primeira casa. Ainda assim, há dias em que acordo de manhã e que por dois segundos ainda é como se acordasse lá. Esticar a minha mão e sentir a tua. Ser tão cedo de manhã que ainda era de noite.
Tenho medo de me esquecer de todos os contornos daquela casa. Dos cheiros. De como tínhamos as coisas dispostas nos armários da cozinha. Do truque especial para abrir as janelas. Do tamanho exacto do sofá. Do programa da máquina de lavar a roupa. Do mosaico do chão. Acredito que com o tempo alguns detalhes sejam perdidos algures pelas muitas gavetas que temos na memória. E, por isso, quando acordo com a sensação de que ainda estamos lá, faço um esforço de memória e, por mais alguns minutos, continuamos lá.
Tenho medo de me esquecer de todos os contornos daquela casa. Dos cheiros. De como tínhamos as coisas dispostas nos armários da cozinha. Do truque especial para abrir as janelas. Do tamanho exacto do sofá. Do programa da máquina de lavar a roupa. Do mosaico do chão. Acredito que com o tempo alguns detalhes sejam perdidos algures pelas muitas gavetas que temos na memória. E, por isso, quando acordo com a sensação de que ainda estamos lá, faço um esforço de memória e, por mais alguns minutos, continuamos lá.
7 de março de 2014
coisas que me mexem com os nervos
Pessoas que começam frases, repetidamente, com a interjeição "Ei". Eu exemplifico:
"EI! A sério?!"
"EI mano tás a brincar"
"EI fogo!"
"EI olha!"
"EI já viste?!"
Inspira. Expira. Inspira. Expira.
"EI! A sério?!"
"EI mano tás a brincar"
"EI fogo!"
"EI olha!"
"EI já viste?!"
Inspira. Expira. Inspira. Expira.
6 de março de 2014
5 de março de 2014
o poder das palavras
Hoje recebi um email de uma antiga professora minha. Um email que quase me levou lágrimas aos olhos. Confesso, levou mesmo as lágrimas aos meus olhos, mas eu travei-as. Era um email muito simples, pequenino até, mas vinha com um reconhecimento. O meu reconhecimento. O meu valor. E numa altura em que questionamos tudo e mais alguma coisa. Em que a força para nos levantarmos da cama e tentar fazer algo de um simples dia custa a chegar. Em que vemos tanta coisa e, ao mesmo tempo, não vemos nada. Em que os sucessos alcançados já vão longe no tempo. Em que queremos tanta coisa, que nem sabemos bem o que queremos ao certo. Em que os incentivos são poucos e as questões (de toda a gente e mais alguma) são muitas. Em que a força necessária para não se desistir às vezes nos é roubada pela duvida, confusão e indecisão. É nessas alturas que pequenas palavras como as que li hoje nos dão um empurrãozinho. Não resolvem nada em relação à altura em que estamos. Mas são um empurrãozinho. São lembranças de tempos de sucesso. Do meu sucesso. E se o meu sucesso brilhou um dia, só depende de mim voltar a fazê-lo brilhar. Voltar a fazer-me brilhar.
3 de março de 2014
2 de março de 2014
as amizades
Acho que desde sempre fui uma simpático-ranhosinha. Acho que sou de trato fácil, simpática e acolhedora nos contactos normais, seja com desconhecidos, conhecidos, conhecidos mais ou menos, colegas. Mas daí até passar para amigos, entra a ranhosinha. Para passar para amigos, amigos, a quem só devo chamar uns 5 ou 6 é preciso realmente muito tempo. Não sou de dar confianças. Não sou. Mas isso não quer dizer que seja antipática. Além de não ser de dar confianças, sou também muito exigente. É isso. Acho que se pode dizer dessa forma, sou exigente com as pessoas. Pelo menos com aquelas que quero ter comigo. Com as pessoas que não estão à altura da minha exigência eu, provavelmente, acciono a Sofia ranhosinha. Isto pode parecer muito frio (agora que voltei a reler até que parece mesmo), mas não deixo mesmo entrarem na minha vida mais pessoas só porque é socialmente aceitável que todos tenhamos de ter um leque de amigos enorme, que todos façamos grandes declarações públicas dos amigos e das relações, que todos tenhamos de sair em banda e todos os que vierem já são nossos amigos do peito. Quem é feliz assim, a mim dá-me igual. Eu não sou, nem mais nem menos feliz por não o ser assim. Simplesmente não sou. Não consigo.
Consigo sim ter os meus 5-6. E mantê-los. Somos os amigos que não têm necessariamente que ir a correr contar tudo o que se passa na sua vida, ou o que se passou no seu dia. Mas somos os amigos que mobilizam um mundo para estar presente nas celebrações importantes. Somos os amigos que mobilizam tudo em situações de crise. Somos os amigos que quando não há muito que dizer (ou não se quer) estão simplesmente juntos. Somos os amigos que sentem o aperto no peito por saber que o outro está mal. E somos aqueles que, por muito cansados, muito distantes, muito envolvidos na sua própria vida, sabemos sempre que para os nossos amigos-amigos, nós somos também amigos-amigos.
Consigo sim ter os meus 5-6. E mantê-los. Somos os amigos que não têm necessariamente que ir a correr contar tudo o que se passa na sua vida, ou o que se passou no seu dia. Mas somos os amigos que mobilizam um mundo para estar presente nas celebrações importantes. Somos os amigos que mobilizam tudo em situações de crise. Somos os amigos que quando não há muito que dizer (ou não se quer) estão simplesmente juntos. Somos os amigos que sentem o aperto no peito por saber que o outro está mal. E somos aqueles que, por muito cansados, muito distantes, muito envolvidos na sua própria vida, sabemos sempre que para os nossos amigos-amigos, nós somos também amigos-amigos.
oscars 2014
E quem é que amanhã vai ficar acordadinho a ver The Oscars? Eu não prometo nada. Mas tenho três pedidos:
1) Que a musica "Let it go" de Frozen ganhe para melhor canção. E que o próprio do Frozen ganhe para melhor filme de animação. Queria tantoooooo.
2) Que haja trapinhos bons de se ver.
3) Que haja trapinhos muito maus de se ver, pirosões mesmo, para nós aqui podermos comentar. E para segunda de manhã ao pôr os nossos trapinhos nos orgulharmos de não fazer assim-um-trabalho-tão-mau.
Da minha parte, já fiz check a estes filmes. Afinal, esta é a melhor época do ano para se ir ao cinema.
1) Que a musica "Let it go" de Frozen ganhe para melhor canção. E que o próprio do Frozen ganhe para melhor filme de animação. Queria tantoooooo.
2) Que haja trapinhos bons de se ver.
3) Que haja trapinhos muito maus de se ver, pirosões mesmo, para nós aqui podermos comentar. E para segunda de manhã ao pôr os nossos trapinhos nos orgulharmos de não fazer assim-um-trabalho-tão-mau.
Da minha parte, já fiz check a estes filmes. Afinal, esta é a melhor época do ano para se ir ao cinema.
American Hustle / A Golpada Americana
Gostei muito. Da história. Da reviravolta. Fez-me rir. E eu nem gosto de comédias.
Dallas Buyers Club / O Clube de Dallas
Adorei este filme. Adorei todos os aspectos que aborda. Adorei as representações. Para mim, um dos melhores. Só de estar a escrever dá-me vontade de o ir ver outra vez.
Her / Uma História de Amor
Entrei no cinema a dizer que ia chorar com este filme e que ia sair a sala pior do que entrei. Fui o caminho todo a pensar que me ia arrepender porque me ia pôr triste. Quando a história é sobre um homem que se apaixona por uma voz de inteligência artificial de um sistema operativo não pode correr bem, não é? Pois, mas sem dizer nada sobre o filme ou o final, só digo que não saí de lá triste. Não saí pior do que entrei, mas saí diferente. Gostei mesmo muito do filme. E dá muito em que pensar.
Gravity / Gravidade
Com este fui para o cinema sem saber sobre o que era o filme. Para ser sincera nem sabia que filme íamos ver. Quando mi pareja me disse, no carro, que íamos ver um filme sobre astronautas, eu só tive tempo de soltar um esganiçado "Sobre ASTRONAUTAS?! Não quero ir ver um filme de astronautas...". Pois bem que lá fomos. E sendo um filme no qual, a maior parte do tempo só está uma actriz em cena (a Sandrinha a navegar pelas estrelas), também se podia pensar que isto podia correr muito mal. Mas também não. Gostei muito. Especialmente pela surpresa que foi.
12 Years a Slave / 12 Anos Escravo
Este é para sair do cinema, definitivamente, pior do que entramos. É revoltante e extenuante de assistir. É bom. Muito bom. Mas está a concorrer com muito bons filmes. E, ao contrário, do que acredito que aconteça para muita gente, não é um dos meus favoritos.
Sem vos querer maçar muito, já disse que quero que o Frozen ganhe tudo? Pois quero. Ouçam a música. E não digam que não vos dá um boost de energia, força e desejo de liberdade. Vejam o filme inteiro. E não me digam que o mundo da Disney (e o mundo inteiro esperemos) não está, lentamente, a mudar.
1 de março de 2014
março
Estou em ressaca de blog. Estava com saudades. E já estamos em Março! Maaaaaaaaaaarço! Como é possível? Espero que tenham tido bons carnavais e uma boa semana.
Esta semana que passou devia ter-vos contado o que achei disto, acabar o que vos tenho para falar sobre isto, deixar a minha opinião sobre isto, debitar e pedir-vos opiniões sobre isto e, ainda, contar-vos tudo sobre isto.
Eu compenso. Dei-me ao trabalho de por aqui os links para meobrigar ajudar a organizar. E comprometer-me a fazê-lo. Evidentemente que ao longo dos dias vão aparecer outros disparates para eu vir para aqui debitar. Maaaaas, estes estão também a modos que prometidos.
Posto isto, seja bem vindo senhor março. Trata-nos bem e vê se duras mais um bocadinho do que o fevereiro.
Bom fim de semana (ou bom Domingo, pronto...)
Esta semana que passou devia ter-vos contado o que achei disto, acabar o que vos tenho para falar sobre isto, deixar a minha opinião sobre isto, debitar e pedir-vos opiniões sobre isto e, ainda, contar-vos tudo sobre isto.
Eu compenso. Dei-me ao trabalho de por aqui os links para me
Posto isto, seja bem vindo senhor março. Trata-nos bem e vê se duras mais um bocadinho do que o fevereiro.
26 de fevereiro de 2014
25 de fevereiro de 2014
24 de fevereiro de 2014
trabalhar fora de horas
Gosto de trabalhar de noite. Gosto mesmo. É quando sou mais produtiva. É quando as horas parecem que esticam. É quando menos me custa. Quando tenho mesmo que fazer alguma coisa, o sono não aparece. É como quando estamos ensonados, mas vamos para o lugar do condutor e despertamos logo todos os sentidos.
Gosto de trabalhar de noite. Gosto da tranquilidade do adormecer da casa. O adormecer de sons e luzes. E eu, com o meu computador, com as minhas pequenas luzes, com o som das teclas e das folhas. O trabalho sai naturalmente e não custa ou custa muito menos. Sou capaz de estar um dia inteiro à volta de determinada tarefa e chega o fim do dia e parece que me carregaram as baterias.
Se faria sentido ser isto tudo, mas ao contrário? Eu acredito que sim. Mas a maravilha deste pequeno mundo é mesmo essa. É não sermos todos iguais.
Boa noite a quem anda por aí. Seja de descanso. Seja de trabalho. Seja dos dois. Ou seja de tudo o resto. Boa noite.
Gosto de trabalhar de noite. Gosto da tranquilidade do adormecer da casa. O adormecer de sons e luzes. E eu, com o meu computador, com as minhas pequenas luzes, com o som das teclas e das folhas. O trabalho sai naturalmente e não custa ou custa muito menos. Sou capaz de estar um dia inteiro à volta de determinada tarefa e chega o fim do dia e parece que me carregaram as baterias.
Se faria sentido ser isto tudo, mas ao contrário? Eu acredito que sim. Mas a maravilha deste pequeno mundo é mesmo essa. É não sermos todos iguais.
Boa noite a quem anda por aí. Seja de descanso. Seja de trabalho. Seja dos dois. Ou seja de tudo o resto. Boa noite.
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