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24 de fevereiro de 2014

trabalho e aniversário

Estou com trabalho até ao tutano. Nada impossível, nada que não se faça, mas estão a ver quando temos muitas (muita, muitas!) coisas pequeninas para fazer, coisinhas chatas, de rever isto, escrever de novo aquilo, enviar email a pedir isto, voltar a chatear com email daquilo que nunca mais fica terminado, pedir novas coisas aos mesmos emails, voltar a enviar outros emails com dúvidas, voltar a corrigir isto e a rever aquilo? Pronto, isso tudo e com pouco tempo? Fazer listas, muitas listas! Mas há sempre alguma coisa que fica e que nos lembramos já de noite, deitadinha, sossegada, aaaaaaaaaai.
Posto isto, há pouco tempo para vir aqui debitar. E a quantidade de ideias de coisas que tenho e quero vir para aqui escrever. Hei-de encontrar um espacinho para isso. Já me habituei a isto como leitinho com café pela manhã.

E se eu vos disser que amanhã faço anos? Mais uma coisa nesta lista interminável. Fazer anos.

segunda feira e uma ótima semana #3


22 de fevereiro de 2014

me day

Hoje está um Sábado cheio de Sol.
Tomei o pequeno almoço ainda na cama, ao mesmo tempo que ia vendo as novidades do dia. Comecei o dia a ver esta curta metragem deliciosa, vejam que não se vão arrepender.
Levantei-me, abri a janela para entrar o fresquinho, que nos últimos dias tem sido impedido. Arejar o quarto. Renovar os ares e as energias.
Siga para o momento depilação. Hidratação. Escolher roupa para hoje e experimentar mais cerca de 30 conjuntos (ou pelo menos imaginá-los enquanto se percorre o armário com os olhos). Siga para uma exfoliação facial com um dos meus esfoliantes preferidos. Pele ainda a pedir mais (não sei bem se ela a precisar ou eu a querer prolongar o meu momento) e, por isso, uma máscara hidrante. A ver se não me alongo, que a tenho aplicada neste mesmo momento e os 15 minutos em que ela deve estar em contacto com a pele, rapidamente passam a 30.
Saber que a seguir tenho almoço prontinho e é só aquecer, para a seguir rumar ao cabeleireiro para dar um jeitinho à peruca.
O quarto nota-se ligeiramente frio. Mas é um frio bom. Cheira a fresquinho. A renovado. E, assim, é uma muito bom maneira de se iniciar o fim de semana.


Bom fim de semana a todos os que andam por aqui.

bom dia


há por aí serieólicos como eu?

Como acredito que sim, vou fazer serviço público e disponibilizar-vos um super site, espécie de calendário com todas as séries e mais algumas. Ora cliquem aqui.

O dia em que aparece determinada série é um dia após serem transmitidas lá nos States. Assim, neste calendário aparece o episódio da série que vos interessa no dia em que se pode sacar retirar delicadamente o episódio da internet.

A verde aparecem episódios de início de temporada (altura em que todos batemos palminhas depois da porcaria dos hiatus) e a vermelho de fim de temporada. Diz exactamente a temporada e o episódio em questão e se passarem o rato por cima ainda vos dá uma sinopse.
Se estiverem com dificuldade em encontrar a vossa série do coração não se esqueçam do belo do control+f que dá um jeitaço.

É ou não é uma maravilha? Depois não digam que eu não sou amiga.

coisas boas de te ter comigo #2

Dás-me tantos beijinhos, apertas-me tanto contra ti que não há blush, pó compacto e afins que resistam. E, assim, no final do dia é muito mais fácil retirar a maquilhagem.

19 de fevereiro de 2014

coisas boas de te ter comigo

Estar a trabalhar enquanto dormes uma mini mini sesta na minha caminha. Entre cada parágrafo, olhar para ti, ver o teu conforto. Saber-te aqui perto de mim. Saber-te e sentir-te em casa só porque estás aqui comigo. Trabalhar com outro ânimo. Escrever cada parágrafo mais rápido para no fim olhar para ti.

18 de fevereiro de 2014

quando já não se tiver de fazer notícia de coisas...

Assim e assim, o mundo encontrará um maior equilíbrio. Quando for natural. Quando a notícia for um simplesmente está com alguém e não está com uma mulher ou um homem.
E será um mundo muito melhor.

agora até as meninas (as put*s) vão tirar um curso

Quando pensamos que já vimos de tudo, ainda saem notícias destas.

"Ao ser confrontada com o aumento do número de mulheres que, por razões económicas, são levadas ao mundo da prostituição, Conxa Borrell entendeu ser útil oferecer uma série de orientações para as "novatas". E assim decidiu criar o curso intensivo "Prostituição: noções básicas para a profissionalização", com o apoio de uma psicóloga clínica.
(...)
Durante a formação, as alunas irão refletir sobre a necessidade de tratarem bem os clientes e não mentirem nos anúncios sobre as suas características físicas, entre muitos outros assuntos relacionados com saúde, sexualidade e finanças."

As "alunas" senhores, as "alunas"! Isto qualquer dia dizer que já se foi "estudante" pode começar a ser duvidoso.

lugares escuros. dark places. gillian flynn.

Li o Em Parte Incerta (Gone Girl) no verão passado em 3 ou 4 dias. Fiquei completamente colada, surpreendi-me com as reviravoltas, revoltei-me com as personagens e, no fim, fiquei muito triste de ter acabado e de não ter mais drama, intriga, suspense e descobertas. Andei ainda a publicitar o livro e quase a obrigar as pessoas a lê-lo.
Procurei outros livros da autora, Gyllian Flynn, e deparei-me com o Dark Places. Este livro ainda não estava traduzido em Portugal. Pensei em mandá-lo vir da Amazon, em versão original e até bem baratinho, mas na altura não tinha outras encomendas para fazer de modo a não pagar portes e deixei "para outra vez". Essa "outra vez" passou e nunca mais me lembrei do livro. Pelo fim do ano passado tinha um dinheirinho acumulado no cartão fnac e uma vontade de comprar livros (muitos!). Nesse mesmo dia que fui à fnac estava o Lugares Escuros a ser lançado. Veio imediatamente comigo. Nem olhei muito bem para o preço. Sabia que o queria ler e pronto. Com esse livro vieram outros. E eu já tinha outro livro a meio à espera de ser acabado. Tentando disciplinar-me a mim própria cheguei a casa e guardei o Lugares Escuros na prateleira, comprometendo-me a acabar primeiro os que estavam em lista de espera. Fui aguentando, até que à uma semana atrás os meus olhinhos pararam nele. E comecei a ler. E só descansei enquanto o acabei, roubando muitas horinhas de sono. Já está e a sensação é parecida com a anterior. Já acabou? Queria mais!
Se tenho um preferido? Acho que sim. Este. É (ainda) mais cru que o Em Parte Incerta. Aborda assuntos que eu não fazia ideia como a vida de uma quinta e rituais satânicos. E adolescentes. E crianças. E famílias. A autora tem a capacidade de nos por a nós a sermos as personagens. Todas. Uma de cada vez. E estamos sempre a saltar para defender um e outro. É cru e acredito que não seja para todos.




Entretanto já fui ver se há mais livros desta senhora e há o Sharp Objects. Ainda não está traduzido para português. Na minha pesquisa na Amazon, descobri algo que naturalmente não preciso mas que adoraria ter na minha biblioteca de casa - a coleção dos 3 livros toda bonitinha.

Agora é seguir para o livro que tinha ficou em stand by. E logo vos conto desse também. 

17 de fevereiro de 2014

o fim do dia

Gosto de quando tenho tempo no final de um dia. Com calma depois do jantar e cozinha arrumada, ter um tempo só para mim, tempo esse em que nuns minutos venho para estas lides, vejo o que se escreveu de novo, vejo notícias, os escandâlos, faço as minhas cusquices. Depois é tempo de com tudo em silêncio e a meias luzes dar a volta ao quarto. Arrumar a roupa que possa estar por dobrar,  pôr a que veio de lavar nos seus sitios, arranjar a papelada que anda pela secretária em estado livre e fazê-la retornar às suas devidas pilhas. Organizar os outros recantos do quarto. Acender uma vela. Talvez duas. Pedir um desejo na segunda. Com força e que se realize e essa já não a apago e deixo-a arder até ao fim. Vestir o pijama e sentir o conforto de malhas soltas depois de um dia mais apertadinha. Retirar o resto de maquilhagem que ainda sobra de um dia sem retoques (muito raramente os faço). Fazer uma boa lavagem ao rosto. Prolongada. Se a vontade assim o ditar uma máscara também. Retirar. Por creme e sentir toda a hidrataçao. Sentir todo o cansaço a ir-se e uma lufada de energia. Pôr também hidratante de lábios (no Inverno sou completamente viciada). Passar pela vela, a segunda, a do desejo e respirar fundo. Confiar. Tudo vai correr bem. Tudo vai correr bem.

segunda feira e uma ótima semana #2


mas depois há que ter isto sempre em conta


15 de fevereiro de 2014

valentine's day ou nós festejamos o dia 13

Foi o ano passado que na tentativa de evitar as enchentes de gente, lamechice e pirosada, decidimos antes ir jantar no dia 13 de fevereiro em jeito de Valentine's Day, mas a mais a modos de experimentar um restaurante novo.
É um dia que não me diz grande coisa. Não condeno quem o festeje e quem eleve os vermelhos, corações, velas e lingerie ao máximo. Mas enche-me o coração saber que não preciso de o festejar ou de guardar coisas para dizer apenas neste dia, ou mais intensificadas neste dia.
É lugar comum dizer-se que connosco o Valentine's Day é todos os dias. Não é. Não andamos todos os dias em modo bateria de amor, felicidade, euforia ultra carregada e, muito sinceramente, custa-me a acreditar que alguém ande. A mim tranquiliza-me saber que tenho em mim my valentine ao despertar e ao adormecer. E essa é a melhor sensação do mundo. E não é uma sensação do dia catorze de fevereiro. É de todos. É um despertar e um adormecer tranquilo, sereno, repleto, aconchegante por saber que te tenho. Por saber que nos temos a nós. Que é seguro. Que é verdadeiro. Que é lamechas e piroso quando bem nos apetece. Que é sério, impulso, efusivo quando tem de ser. Que é calmo, quentinho, suave quando bem nos apetece. Que é o que é. Que é o que tem de ser. Que é onde queremos estar. Que é o que queremos ser. E isso é de todos os dias.

12 de fevereiro de 2014

desafio do mês

Ficar 3-4 semanas sem tocar nas sobrancelhas. Sem as arranjar, sem arrancar um único pelinho que seja com a pinça.
Fui falar com uma das meninas da Wink (as que arranjam sobrancelhas com linha) para saber quanto tempo teria de estar sem arranjar as minhas sobrancelhas de modo a desenha-las da melhor forma possível e... pimbas! 3-4 semanas (a menina ainda disse "semaninhas" simpática...). Ora não é que eu me importe do ponto de vista zero dor durante um mês inteirinho de não arranjar as ditas, MAS e como é que eu vou andar na rua? Não sei se isto vai ser concretizável e se valerá a pena ou se me deixo estar com o desenho de sobrancelhas que tenho para ai desde o ano 1998 mais coisa, menos coisa...

novo membro na barraca


Chegaste hoje e já somos os melhores amigos.
Ao início, puseste-me com "os nervos" por não conseguir por acentos. Eu que te queria para escrever à vontade, como o ia fazer sem acentos? Pus-me à pesquisa por essa internet fora e assunto resolvido. Ainda me faz confusão ter de fazer alt+e para fazer um acento grave, ou alt+c para fazer um cê de cedilha, mas aos poucos isto vai.
E o prático que é levar-te comigo para todo o lado e ter a liberdade de escrever para todas as ocasiões e tratar de assuntos que só quando chegasse a casa é que poderia tratar com mais facilidade.
Benvindo à família e à barraca (e à minha carteira). Tenho a impressão de que seremos muito felizes os dois.