23 de maio de 2014
19 de maio de 2014
12 de maio de 2014
perdida na cidade
A parte mais bonita de conhecer uma nova
cidade é perdermo-nos nela. Não o perder no sentido literal, que isso se
tiver algo de bonito só se for aliado ao cómico. Mas quando digo perdermo-nos numa cidade nova é quando
andamos por ruas sem destino, sem ir de encontro aos sítios turísticos, sem saber que rua vai dar a
que rua, sem saber o que vamos almoçar nesse dia ou em que lojas vamos entrar.
Hoje foi o meu dia de me perder na cidade. É, também o último dia sem ter "obrigações e,
por isso, tinha de ser bem aproveitado. Comecei a manhã no sítio mais cliché - com um
Starbucks - mas ter wifi grátis e sem mezinhas dá-lhe sempre pontos. E o latte é bom. E são sempre locais giros e
convidativos a trabalho. E foi isso que estive a fazer, a adiantar trabalho, agendar
a semana, enviar emails (qualquer dia o meu email entope, como eu gostava de
saber como era o mundo antigamente!). Depois foi altura de por a mochila às costas e
descobrir. Dei voltas muito grandes por sítios onde já tinha passado. Descobri novas
lojas para comprar as coisas básicas que uma pessoa precisa. Descobri que os tampões cá são mais
baratos (va-se-lá saber porquê). Descobri que há coisas que são bem mais caras. Descobri que outras são assim-assim.
Descobri que esta gente e os almoços não tem nada (mas nada mesmo) a ver com Portugal.
Almocei no sempre fiel e que nunca desilude Subway. E do nada, sem o saber, ter
lido ou pesquisado, fui ter à maior rua de compras aqui da terra. Ainda não a fiz toda. Parei
agora mesmo para recarregar as baterias. Impressionante o que vim a descobrir
quando não fazia mesmo ideia de que isto existia. E tanto sítio para
gastar dinheiro. Mas voltando ao ínicio. Isto de conhecer uma cidade ganha mais encanto ainda quando
nos perdermos nela e gostamos. Quando percebemos que além dos cantinhos que queremos muito
visitar, dos que já vimos e gostamos, ainda há outros cantinhos sempre à espera de nos surpreender.
11 de maio de 2014
10 de maio de 2014
fiz uma rima para saberem onde estou
Por todo o lado há água e pontes
E também não faltam veículos de duas rodas
Batatas fritas, é vê-las pelas ruas aos montes
Chegar a tempo é regra, para o trabalho, amigos ou ver as modas.
E também não faltam veículos de duas rodas
Batatas fritas, é vê-las pelas ruas aos montes
Chegar a tempo é regra, para o trabalho, amigos ou ver as modas.
6 de maio de 2014
Sobre isto de fazer as malas e mudar de vida
Já não é a primeira vez que o faço. Mas é a primeira mais a sério, mais adulta, mais por mim e sem intermediários, sem burocracias ou a quem recorrer se a coisa der uma bocadinho para o torto. Há algo fascinante sobre termos a oportunidade de mudar tudo de um dia para o outro. Literalmente de um dia para o outro mudamos tudo. Enfiamos tudo o que consideramos indispensável para dentro de uma ou duas malas, na esperança de que o que levamos lá dentro nos conforte e nos deixe continuarmos a ser nós próprios em sítios diferentes. A triagem que temos de fazer para fazer as malas para nos mudarmos para outra parte do globo é uma triagem ingrata. Pelas coisas mais fúteis como não podermos trazer as 30 combinações de roupa, acessórios e calçados perfeitos (e maquilhagem e cosméticos e aquela toalha de banho tão suave e fantástica) até as coisas que seriam realmente indispensáveis de trazer nas nossas malas, as pessoas que ficam. Sou uma afortunada com as relações que tenho. Lamento informar-vos mas não são vocês que têm os melhores amigos do mundo, sou mesmo eu. E essa é a parte menos fascinante disto de mudar de vida, ficar longe. Como tenho os melhores amigos do mundo é um longe físico apenas. Isto de mudar de vida, contrariamente ao que se possa pensar, faz-nos ficar mais perto das pessoas. A preocupação aumenta. As novidades são contadas com maior entusiasmo. Olhamos mais para as pessoas. Sentimos mais os tremores nas suas vozes. Respeitamos os dias em que não há chamadas. Festejamos os dias em que há chamadas. Deitamo-nos tardíssimo depois daquelas chamadas que deviam ter durado 5 minutinhos e duraram quase 2 horas. Estar longe aproxima as pessoas. E é por isso, que nesta coisa fascinantemente assustadora de mudar de vida sei que tenho mais a ganhar do que a perder. E é exactamente isso que digo, penso e repito para mim própria nos momentos de maior aflição. Estou longe. Mas estou perto. Estou bem. E a caminhar para ser (ainda) mais feliz.
5 de maio de 2014
Mudei de pais
E este blogue tambem. Ainda nos estamos a ambientar. E nao tenho acentos para ja. Por isso a quem veio a pensar que tinha mudado de progenitores, peço desculpa. Foi so mesmo de pais de paises. E estamos bem por aqui. Digo-vos ja para onde vim de balas e bagagens (muitos kgs alias!) ou deixo-vos no suspense?
Ja tinha muitas saudades disto!
Ja tinha muitas saudades disto!
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