31 de março de 2014
30 de março de 2014
os básicos dos básicos
Este post também se podia chamar os melhores amigos da Sofia, mas depois ia parecer de mais. E o título é um bocadinho mentira porque não mesmo os básicos de todos os dias (há dias com mais preguiça, menos vontade ou as duas coisas).
Como Domingo é, para a maioria das pessoas, o dia em que nos lembramos de dar um bocadinho mais de atenção a nós próprias, aqui fica um bocadinho que faz parte desse cuidar do eu. Aos bocadinhos fui construindo uma rotina e, de momento, estes são os produtos, a nível de maquilhagem, que reinam nesta bela carinha.
Pó compacto KIKO | Blush KIKO | Caneta correctora iluminadora KIKO | BB cream Nude Magique L'oreal (Adoro-o!) | Mascara de pestana KIKO | Stick Corrector Essence | Pincel de pó e de blush KIKO
Há dias em que faço toda esta rotina. Há dias em que com um corrector de olheiras e uma mascara de pestanas já saio à rua. Há dias que até saio à rua sem nada disto (mas sempre com a pele hidratadinha!). Isto vai dependendo dos dias. Mas estes são, para mim, os básicos dos mais básicos que conjugados conseguem refrescar e potenciar qualquer rosto.
P.S.: Qualquer preferência mais notória por produtos KIKO não é mera coincidência. Foi a primeira marca onde me perdi. E ainda perco. Já começo a descobrir outras. Mas o preço (o preço!) e a variedade da KIKO estão no meu coração. E na minha carinha.
29 de março de 2014
e habemus palette!
E a escolhida após alguns dilemas foi esta menina, a i-Divine au naturel Palette da Sleek MakeUp. Custou 10€ na Sephora. Parece-me do que vi e li que é genial. Mas mal estejamos mais acostumaditas uma à outra, eu vejo cá mandar um bitaite mais fundamentadinho, vale?
28 de março de 2014
27 de março de 2014
sobre a depressão
Este é um tema com o qual tento sempre, sempre ter uma sensibilidade redobrada. Já tive amigos, familiares meus e de amigos, que passaram ou estão a passar por uma depressão. Surpreende-me sempre saber de algumas pessoas que nunca imaginei que pudessem passar por uma depressão e que a tiveram. Ou melhor, surpreendia-me mais antigamente, quando não compreendia muito bem o que era esta doença. Nunca tive nenhuma, já tive fases mais negras, mas sei que nunca tive mesmo uma depressão, nunca me deixei chegar a esse ponto. Tenho muito medo e muito respeito por esta condição. Por mim e pelos que a têm ou já tiveram. Acho a depressão assustadora, essencialmente, por aquilo que vi por causa da rapidez com que se pode instalar e mudar a vida a uma pessoa. O negro que traz à sua vida e aos que rodeiam a pessoa depressiva. Não consigo imaginar o que sente no seu interior uma pessoa nesse estado. Tento com muita força pôr-me no lugar dessas pessoas, mas sei que nunca será o mesmo. Tento arranjar justificações e fico frustrada quando chego à conclusão que possivelmente não há uma justificação completamente lógica e clara para o porquê de se chegar a tal estado. Tenho muita pena da falta de informação e apoio que existe com a depressão. Do tabu que existe, de um certo menosprezo com a doença. E acredito que muita desta desinformação é o que leva as pessoas a não ficarem completamente curadas e a voltarem às suas vidas a 100% e, possivelmente, a nunca encontrarem a plena alegria de viver. Vejo nas pessoas com depressão alguém perdido, alguém que já não se conhece nem a si e, por vezes, aos outros, alguém sem um ponto de abrigo, alguém que não gosta de si e que, nos casos mais graves, não gosta de viver. E é muito ajudar pessoas assim pois, se por uma lado, queremos prestar o nosso apoio, é sabido que se levamos, continuamente, ao colo pessoas que estão sem forças próprias para se erguer, essas mesmas pessoas nunca se conseguirão erguer sozinhas. E esse é, para mim, um dos desafios maiores quando se tenta ajudar alguém assim, encontrar o equilibro entre a ajuda e quando já estamos a fazer de mais e, consequentemente, a não deixar que a pessoas evolua por si. Das pessoas com quem contactei apercebi-me que a mudança só se dá quando a própria pessoa está preparada, quando arruma a mente e volta à luta, quando se sente novamente com forças. Mas essa mesmo pessoa chega a estar assim um dia por ter tido algum colo e algum aconchego, algum carinho, alguma atenção. Costumo dizer que se tem de levar a depressão como uma constipação, ambas são doenças e ambas têm tratamentos diferentes consoante as pessoas. A diferença entre as duas é que uma pessoa com uma constipação é olhada de maneira perfeitamente normal, a pessoa com uma depressão é evitada ou julgada. E, isso, nunca a irá ajudar.
por favor digam-me que
O novo estilo de Facebook que acabou de me aparecer é uma espécie de um vírus qualquer e que vai desaparecer mais dia menos dia? O que é aquilo senhores? Que raio de tipo de letra é aquele? Ando eu aqui a benzer-me para por este cantinho o mais bonito, asseado, coerente, agradável à vista, eu que não percebo nada de códigos e html's esforço-me e eles que devem ter os melhores gurus das informáticas é aquilo que fazem? Seriously, aquilo é o melhor que conseguiram? Eu sei que sou nojentinha, mas é aquilo? Fica assim para sempre? Não dá para mudar? Ai... Até dói.
26 de março de 2014
love lessons from Disney Princesses
Encontrei isto noutro dia e adorei. Primeiro porque adoro os filmes da Disney. Segundo porque adoro as músicas da Disney. Terceiro porque sou uma apaixonada. Quarto porque acho que as mensagens da Disney têm crescido e mudado com os tempos, para melhor.
A minha favorita desta compilação (após muito esforço para só escolher uma) é:
A minha favorita desta compilação (após muito esforço para só escolher uma) é:
O Amor não tem regras.
Se é por ser do filme do Aladino? É. Mas também acho que se pode aplicar a tanta coisa e a uma coisa tão simples como cada relação é uma regra em si, é aquilo que é e não tem por que ser comparada a outra.
Mas gosto de muuuuuuuuitas outras. E vocês, pequenos, quais as vossas lições de amor das princesitas da Disney?
25 de março de 2014
coisas que me mexem com os nervos #2
- Ainda não conseguir seguir blogs pelo blogger. Não sei se ainda vos acontece, mas a mim continua a saga da mensagem do "lamentamos". Estou quase, quase a pedir o livro de reclamações. Ou a chamar a ASAE.
- Demorar tanto tempo e ser tão naba (acho que estas duas são causa-efeito) a editar fotos que tiro para partilhar por aqui. Gostava tanto que elas ficassem bonitas, brilhantes, com bom ar, diferentes. Mas sou naba pronto. E também não tenho uma máquina xpto (como se a tivesse fosse ter um resultado muitoooooooooooo diferente).
- Demorar tanto tempo e ser tão naba (acho que estas duas são causa-efeito) a editar fotos que tiro para partilhar por aqui. Gostava tanto que elas ficassem bonitas, brilhantes, com bom ar, diferentes. Mas sou naba pronto. E também não tenho uma máquina xpto (como se a tivesse fosse ter um resultado muitoooooooooooo diferente).
sei que temos a relação perfeita
Quando após um dia inteiro com muitas conversas, carinhos, conversas, carinhos, te deixo em casa e vou até minha casa ao telefone contigo e, chegada a casa, mando-te uma mensagem, mesmo sem dizer muito ou quase nada em concreto, e a conversa continua até ao adormecer.
primavera (será?)
Eu estava preparadíssima para dar as boas vindas à Primavera aqui na barraca. Mas dado que ela chegou e foi-se, eu fiquei a modos que chateada. Mas pronto, anda lá daí Primavera, que eu já estava pronta a arrancar com mais cores, oupas!
24 de março de 2014
tenho para mim
Que as pessoas responsáveis por colocar a sinalização em Portugal* são o mesmo tipo de pessoas que escrevem sobre alimentação** nas revistas cor de rosa.
*Eu dou um exemplo: a decisão da colocação dum STOP num cruzamento que claramente beneficiaria do STOP estar colocado no lado oposto.
**Eu dou outro exemplo: os que se fartam de dizer para tirarmos aos hidratos de carbono. Muitos sem qualquer tipo de formação na área.
Mas isto sou eu que acho. Que acho que há gente que não tem noção nenhuma do que está a fazer, como está a fazer e onde está a fazer. Mas isto, novamente, sou só eu que acho.
*Eu dou um exemplo: a decisão da colocação dum STOP num cruzamento que claramente beneficiaria do STOP estar colocado no lado oposto.
**Eu dou outro exemplo: os que se fartam de dizer para tirarmos aos hidratos de carbono. Muitos sem qualquer tipo de formação na área.
Mas isto sou eu que acho. Que acho que há gente que não tem noção nenhuma do que está a fazer, como está a fazer e onde está a fazer. Mas isto, novamente, sou só eu que acho.
23 de março de 2014
please yourself
Não queria entrar em dramatismos, exageros ou muito menos parecer fútil ou superficial. Mas dei por mim a pensar que se houve algo que nos últimos tempos me ajudado, levantado os ânimos, feito sentir melhor, descobrir mais de mim, gostar mais de mim, tem sido, precisamente, o tratar de mim. Tenho vivido tempos mais centrados em mim e uma das coisas que descobri como um gosto, prazer, hobby o que queiram, é toda uma rotina de beleza. Gosto de ler, ver vídeos, descobrir marcas (nem que seja apenas reviews de marcas que não posso comprar), descobrir experts da área, descobrir novos produtos e funcionalidades. Comecei a tratar mais da minha pele. E a descobrir maquilhagem mais específica. A brincar com pincéis (que antes nem sequer tinha). A descobrir sombras, sobreposições, esfumados. A testar blushes (quando antes nem sequer tinha). A pensar adquirir iluminadores e bronzers. A testar em mim e em outras pessoas. Mas essencialmente em mim. Foi uma nova faceta que entrou mais a sério na minha rotina. Sempre gostei de tudo o que estivesse relacionado com estética. Agora sei mais umas coisinhas. E gosto de saber cada vez mais, procurar mais e partilhar com outras pessoas. Sei que não é o esperado de mim, interessar-me agora pelo meio da cosmética, maquilhagem, estética. Vir a trabalhar com algo relacionado com a área é algo que, por vezes, passa no meu pensamento. Não o digo em voz alta e nem sei se até me custou um bocadinho a escrevê-lo. Sei que há pressões de fora para aquilo que devemos ou não ser, aquilo por que nos devemos ou não interessar. E isso, por vezes, pesa-me, consome-me, arrelia-me. Sei que aos olhos dos outros a minha possível excitação e horas passadas a ver vídeos ou reviews de certos produtos de maquilhagem pode parecer uma inutilidade aos olhos de muita gente. Mas também sei que me faz bem. Sei que me sinto melhor agora. Sei que nos dias em que andei mais em baixo, sem vontade, a meia força, com muitas questões, eram os 10 minutos de manhã que tirava para mim que me faziam acreditar que, de certa forma, eu podia lutar contra o mundo. Cuidar de mim, salvou-me de certa forma. E com isso tenho vindo a aprender, também, a desligar as opiniões que vêm de fora. Em primeiro lugar estamos nós. Estou eu.
22 de março de 2014
ainda em busca
Continuo na minha busca de uma palette boa e versátil de sombras.
Peço um bocadinho de Serviço público. Alguém tem conhecimento e, portanto, um bitaite a dar sobre estas meninas?

Estão à venda na Sephora. E custam 10€ cada.
21 de março de 2014
conselhos para o ginásio (e algum humor)
Que o que aqui abaixo se diga sirva de lição para indumentárias e comportamentos no ginásio (alguns para aulas de grupo, outros para o balneário, outros para geral):
- Calças de fato de treino azul turquesa com cuecas brancas às bolinhas roxas nunca vai dar bom resultado.
- Na dúvida experimentem em casa sentar-se no chão. Com uma ventoinha atrás. Sentem uma aragemzinha no rabinho. Pois, é isso. Essas calças deixam o vosso "reguinho" (era rego, mas era para ser mais fofinha) à mostra. Também não é um resultado muito feliz.
- Eu sei que nos temos de secar com a toalha. E que temos de ficar bem sequinhas. Mas se há a zona de chuveiros tentem fazer isso lá. Não é pedir muito. É que é chato estar ali a esfregar com a toalha (já perceberam a zona não já?) ao lado, mas mesmo ao lado, de outra pessoa.
- Os balneários são para despir, tomar banho e vestir. Vamos repetir: despir, tomar banho e vestir. Ora ai está a diferença entre o despir, vamos dar uma grande voltar pelo balneário com tudo a abanar, ainda meto aqui conversa, mais uma voltinha e para o banho.
Garanto-vos que os restantes utentes ficarão eternamente agradecidos.
- Calças de fato de treino azul turquesa com cuecas brancas às bolinhas roxas nunca vai dar bom resultado.
- Na dúvida experimentem em casa sentar-se no chão. Com uma ventoinha atrás. Sentem uma aragemzinha no rabinho. Pois, é isso. Essas calças deixam o vosso "reguinho" (era rego, mas era para ser mais fofinha) à mostra. Também não é um resultado muito feliz.
- Eu sei que nos temos de secar com a toalha. E que temos de ficar bem sequinhas. Mas se há a zona de chuveiros tentem fazer isso lá. Não é pedir muito. É que é chato estar ali a esfregar com a toalha (já perceberam a zona não já?) ao lado, mas mesmo ao lado, de outra pessoa.
- Os balneários são para despir, tomar banho e vestir. Vamos repetir: despir, tomar banho e vestir. Ora ai está a diferença entre o despir, vamos dar uma grande voltar pelo balneário com tudo a abanar, ainda meto aqui conversa, mais uma voltinha e para o banho.
Garanto-vos que os restantes utentes ficarão eternamente agradecidos.
20 de março de 2014
19 de março de 2014
em modo de me redimir um bocadinho do post de ontem
Sou muito feliz de estar neste mundo. Mundo louco. Mundo difícil. Mundo muito imperfeito, por vezes. Mas, ainda assim, sou muito feliz por cá. E estou muito agradecida de cá estar. E, por isso, estou agradecida aos que me puseram cá. À coragem e força que tiveram. E à paciência.
E, por isso, um Feliz Dia do Pai a todos os corajosos. Só cá estamos, também, por vocês.
E, por isso, um Feliz Dia do Pai a todos os corajosos. Só cá estamos, também, por vocês.
preciso de uma ajudinha
Preciso de compor um kit básico de pincéis de maquilhagem. E dado que é preciso investir umas coroas, quero saber segredos e dicas vossas!
Em quais pincéis é que se pode poupar um bocadinho e em quais é que vale (mesmo, mesmo) a pena investir?
E comprando pela internet (amazon, ebay,...) há alguma marca baratinha que seja (mesmo, mesmo) de confiança?

Em quais pincéis é que se pode poupar um bocadinho e em quais é que vale (mesmo, mesmo) a pena investir?
E comprando pela internet (amazon, ebay,...) há alguma marca baratinha que seja (mesmo, mesmo) de confiança?

Estes aqui são um exercício meramente artístico (uau!). Mas se gostarem de algum dos que aqui está dou-vos as referências todas dos pequeninos.
18 de março de 2014
a minha visão mais cruel (e resumida) sobre a maternidade
Os bebés, em geral, são uma seca. E dão muito trabalho. E despesa. E nós ficamos aparvalhados (é só ver a maneira como falamos com eles, que nem sequer percebem o que estamos a dizer) e obcecados (é só ver o assunto de conversa de quem os tem). Depois têm uma fase engraçada, da descoberta de tudo o que os rodeia e aprendizagem dos comportamentos mais básicos. Depois fazem aí os seus 12 anos e começam a entrar na adolescência e a ser super influenciáveis por tudo e por todos. Nessa fase o terror deve-se instalar e devemos ter vontade de os mandar para o sítio de onde vieram ou para um colégio interno até já serem adultos. Quando estão na fase dos vinte, já os pais estão a ficar mais para os velhotes e querem uma nova fase na sua própria vida. E começam a ver nos pobres dos filhos os amigos que não mantiveram ao longo dos anos, por estarem obcecados, aparvalhados, preocupados com os dramas dos seus rebentos, com menos dinheiro por tudo o que sacrificaram pelos seus rebentos. E aí, a coisa continua a dar para o torto. Porque os filhos, agora com 20 e tal, já não querem saber de seus progenitores. Não os levem a mal, eles não se estão a marimbar para os seus pais. Eles têm é outros amigos. Os seus próprios amigos. Nos dias em que me dá para pensar mais a fundo (e mais sarcasticamente confesso) sobre o assunto ter filhos isto é um bocadinho do que me passa pela cabeça. Se eu também acho que deve ser uma experiência fantástica e inigualável e que até acredito que possa ser recompensadora? Acho sim. E "ah, falas porque não tens filhos". Pois falo. Do que observo. Como todos falamos de muitas coisas que apenas observamos. Esta é mais uma delas. E já que tanta gente fala no tema filhos, até como dado adquirido de que se vai ter filhos, então é justo que eu possa dar a minha opinião, mesmo não os tendo. E, hoje, é melhor nem entrarmos por aí. Pela parte da pressão social para qualquer ser com uma vagey-gey se por a procriar que nem uma coelha. Hoje é mesmo melhor não entrarmos por aí.
17 de março de 2014
há alguma explicação
Para o blogger não me estar a deixar seguir outros blogs? Aparece-me sempre (sempre, sempre, há dois dias pelo menos!) isto:
Mexe-me com os nervos já ver o raio da mensagem. Alguém aí com o mesmo problema? Alguém com a solução? Pleeeeeeeease.
Para já vou-me safar apenas com o bloglovin. No hard feelings pessoas fofinhas que andam por aí.
16 de março de 2014
isto também vos acontece?
Eu acho mesmo que num futuro (próximo para eu ainda beneficiar) alguém devia inventar uma espécie de touca para nos gravar os pensamentos que temos antes de adormecer. Até podia ser uma touca pirosa tipo as da natação, a mim dava-me igual. É que quando estamos no momento lusco fusco antes de adormecer eu acho que somos ultra produtivos, organizados e muito memoriados (uau!). São muitas as vezes em que faço uma lista mental das coisas que tenho para fazer no próximo(s) dia(s). Até aqui tudo muito normal. O problema (ou a solução, já não sei bem) reside quando me lembro de coisas que já devia ter feito ou que tenho de fazer brevemente e que tenho de fazer MESMO. Coisas que provavelmente não me lembraria durante o resto do dia. Coisas essas que é bem provavelmente que me volte a esquecer e a lembrar passado aí umas 2, 3 noites. Já cheguei ao cúmulo de apontar no telemóvel pequenas listas. É triste o cérebro humano ser assim. Ou o meu, pronto.
I'm not bossy. I'm the boss.
"When a little boy asserts himself, he's called a
“leader.” Yet when a little girl does the same, she risks being branded
“bossy.” Words like bossy send a message: don't raise your hand or speak up. By
middle school, girls are less interested in leading than boys—a trend that
continues into adulthood. Together we can
encourage girls to lead."
Lembro-me de em pequena ser, frequentemente, apelidada e caracterizada de "resmungona" pela minha família. A conversa comigo era cortada com um "és sempre uma resmungona..." ou em conversa com outros "ela é muito boa menina, mas é resmungona até mais não, tem sempre a resposta na ponta da língua.". Não foi algo que (penso eu) me afectasse. Sempre fui muito determinada naquilo que acreditava, naquilo (e naqueles) que defendia. Acho que ainda o sou. Hoje, com muito do que já li sobre o tema papel das mulheres no mundo actual acredito que o meu "resmungona" terá sido, na altura, apenas uma interpretação de um bossy por eu ser menina.
O Movimento Ban Bossy é um movimento que pretende "acabar" com o apelido de Bossy (Mandona) dirigido às mulheres que têm comportamentos de liderança, seja em que fase da sua vida for. Parte do princípio de que se um homem (ou rapaz) toma atitudes de liderança face a um grupo de pessoas é um líder, tem capacidades para ser um chefe (Boss) de uma empresa, tem capacidade de coordenar equipas, tem futuro. Se uma mulher (ou rapariga) demonstra os mesmos tipos de comportamento é apelidada de Bossy (Mandona). Sem querer entrar por extremos do feminismo eu acredito (sei) que isto é mesmo verdade e acontece. Já me aconteceu actualmente, no meio profissional e de mulheres para mulheres. Por isso, o comentário pode vir por maldade, mas acredito que venha mais por estar tão enraizado que se uma mulher levanta a voz, tenta demonstrar ideias diferentes, delega tarefas ou repreende alguém é logo vista como mandona, como alguém que está "a levantar cabelo".
Deixo-vos um vídeo do movimento. E aqui o respetivo site. Para ver, reflectir e mudar pensamentos e atitudes.
15 de março de 2014
sábado é dia de
- Acordar mais tarde. E mais lentamente.
- Tomar o pequeno almoço na cama. E mais lentamente.
- Por uma roupa mais descontraída (Eu não disse feia. Nem disse fato de treino. Disse descontraída). Arranjarmo-nos também mais lentamente.
- Ver as novidades desse mundo fora.
- Fazer nhé nhé com mi pareja. Que é como quem diz matar alguém com beijinhos.
- Lambuzar-me com um almoço delicioso preparado por mi pareja.
- Mais um bocadinho de nhé nhé com mi pareja.
- Ver as novidades deste pequeno mundo em que nos encontramos. Ver o que andaram para aí a escrever. Escrever aqui na barraca. Preparar outras coisas aqui para a barraca.
- Chatear-me com o blogger que não me deixa adicionar outros blogs.
- Comer chocolate do bom. Nada lentamente.
- Não ter nada planeado para o resto do dia. E não ter mal nenhum.
Bom fim de semana a todos.
- Tomar o pequeno almoço na cama. E mais lentamente.
- Por uma roupa mais descontraída (Eu não disse feia. Nem disse fato de treino. Disse descontraída). Arranjarmo-nos também mais lentamente.
- Ver as novidades desse mundo fora.
- Fazer nhé nhé com mi pareja. Que é como quem diz matar alguém com beijinhos.
- Lambuzar-me com um almoço delicioso preparado por mi pareja.
- Mais um bocadinho de nhé nhé com mi pareja.
- Ver as novidades deste pequeno mundo em que nos encontramos. Ver o que andaram para aí a escrever. Escrever aqui na barraca. Preparar outras coisas aqui para a barraca.
- Chatear-me com o blogger que não me deixa adicionar outros blogs.
- Comer chocolate do bom. Nada lentamente.
- Não ter nada planeado para o resto do dia. E não ter mal nenhum.
Bom fim de semana a todos.
14 de março de 2014
13 de março de 2014
coisas simples desta vida
E como pode saber tão bem uma simples torrada de pão saloio com um iogurte que veio de casa. E, assim, recarregar energias para continuar a trabalhar, produzir, avançar. E, claro, sempre na melhor companhia. A tua.
I (do pronome pessoal "Eu" em Inglês)
Corrijam-me se estiver errada, mas acabei de me aperceber que a língua inglesa é a única/das poucas/uma das algumas línguas em que o pronome pessoal "eu", ou seja I se escreve sempre com letra maiúscula. Eu sei, eu sei, tanta coisa para reparar no mundo, eu sei, mas... Pôs-me a pensar que inconscientemente termos o hábito de escrever a nossa referência, o nosso Eu com maiúscula pode ser lido (ou não) como uma forma de olharmos mais para nós. Foi isso que me pôs a pensar a minha descoberta (uau!). Há mesmo que cuidar mais de nós. Olhar mais para nós. Tratar de nós. Mimar. Arranjar. Nutrir. Hidratar. Ginasticar. Correr. Cometer excessos que só nós gostamos. Passar uma hora a fazer coisas que só nós gostamos. E na frenética dos dias é provável que estas coisas nos passem ao lado. E, por isso, é sempre bom ter um lembrete bem visível disso. Nem que seja na forma de escrita. I matter. I do. I am.
12 de março de 2014
os blogs e o anonimato
Às vezes quando vou na rua ponho-me a observar as pessoas. Faço isto muitas vezes. Isto agora soou muito creepy. Bem visto, muito creepy mesmo. Mas sim, gosto de observar pessoas. Na rua, nos shoppings, no metro, até parada no trânsito. Em primeiro, gosto de ver modelitos, trapos, maquilhagens, cabelos. Em segundo, também gosto de ver trambolhos, mas nem tanto, que os meus olhos são preciosos e sensíveis. Em terceiro, gosto de imaginar que vidas vão ali. Que famílias. Que amigos. Se aquela pessoa hoje já passou por algum desafio. Se está confiante. Se está insegura. Se está apaixonada ou de coração partido. Se será uma boa pessoa. Se já cometeu alguma boa acção hoje. Se já magoou alguém hoje. E dentro de todas estas análises, recentemente incluí a de "Será que tem um blog?". Será que eu já vi o blog dessa pessoa. Será que essa pessoa vê blogs? Ainda não me ponho no armanço de pensar "Oh meu deus! Será que já passou pelo meu estaminé?" Lá chegaremos, que há dias em que o nível de paranóia me pode dar para isso. Mas, e continuando na temática da possibilidade das pessoas que passam por nós terem um blog, eu acho que é mesmo muito grande. Há muitos blogs, muitas pessoas, muitas palavras já escritas. E é bom ser assim. E é bom este ser um lugar em que (os que assim o querem) se possa ter um anonimato. Nunca pensei quando criei o estaminé dizer logo quem era, de o partilhar com conhecidos. A mim não me fazia sentido. Seria apenas uma maneira de o que conto às minhas pessoas pessoalmente (uau!), passar a contar por palavras. E, para mim, não fazia sentido. E o anonimato é bom. É bom poder vir para aqui desenrolar este mundo e o outro e ser só a Sofia. Não a Sofia que tem certa família, que namora com certa pessoa, que tem certo grupo de amigos, que vive em certo sítio, que andou em certa escola, que andou em certa universidade, que que tem certo carro. E gosto de ver isso nos blogs que leio. Há mais transparência. Em alguns, está ali a verdadeira essência da pessoa. A escrita faz-nos isso. E, por isso, sim gosto de ir na rua e imaginar se aquela pessoa tem um blog e se algum dia lerei alguma coisa escrita dessa mesma pessoa.
no parque de estacionamento
Ontem. Num shopping. Depois de uma ida ao cinema. Tu para mim.
- "É por ali que ficou o carro, não é?".
- "..."
Como se eu fosse mesmo saber!
Confesso, já tive muitos mini enfartes por não me lembrar onde deixo o carro. Normalmente, quando vou sozinha (e me lembro!) até aponto o a letra e o número do lugar no telemóvel.
- "É por ali que ficou o carro, não é?".
- "..."
Como se eu fosse mesmo saber!
Confesso, já tive muitos mini enfartes por não me lembrar onde deixo o carro. Normalmente, quando vou sozinha (e me lembro!) até aponto o a letra e o número do lugar no telemóvel.
11 de março de 2014
(re) viver
Já há mais de um ano que não vivo na casa onde mais gostei de viver. A nossa primeira casa. Ainda assim, há dias em que acordo de manhã e que por dois segundos ainda é como se acordasse lá. Esticar a minha mão e sentir a tua. Ser tão cedo de manhã que ainda era de noite.
Tenho medo de me esquecer de todos os contornos daquela casa. Dos cheiros. De como tínhamos as coisas dispostas nos armários da cozinha. Do truque especial para abrir as janelas. Do tamanho exacto do sofá. Do programa da máquina de lavar a roupa. Do mosaico do chão. Acredito que com o tempo alguns detalhes sejam perdidos algures pelas muitas gavetas que temos na memória. E, por isso, quando acordo com a sensação de que ainda estamos lá, faço um esforço de memória e, por mais alguns minutos, continuamos lá.
Tenho medo de me esquecer de todos os contornos daquela casa. Dos cheiros. De como tínhamos as coisas dispostas nos armários da cozinha. Do truque especial para abrir as janelas. Do tamanho exacto do sofá. Do programa da máquina de lavar a roupa. Do mosaico do chão. Acredito que com o tempo alguns detalhes sejam perdidos algures pelas muitas gavetas que temos na memória. E, por isso, quando acordo com a sensação de que ainda estamos lá, faço um esforço de memória e, por mais alguns minutos, continuamos lá.
10 de março de 2014
7 de março de 2014
coisas que me mexem com os nervos
Pessoas que começam frases, repetidamente, com a interjeição "Ei". Eu exemplifico:
"EI! A sério?!"
"EI mano tás a brincar"
"EI fogo!"
"EI olha!"
"EI já viste?!"
Inspira. Expira. Inspira. Expira.
"EI! A sério?!"
"EI mano tás a brincar"
"EI fogo!"
"EI olha!"
"EI já viste?!"
Inspira. Expira. Inspira. Expira.
6 de março de 2014
5 de março de 2014
o poder das palavras
Hoje recebi um email de uma antiga professora minha. Um email que quase me levou lágrimas aos olhos. Confesso, levou mesmo as lágrimas aos meus olhos, mas eu travei-as. Era um email muito simples, pequenino até, mas vinha com um reconhecimento. O meu reconhecimento. O meu valor. E numa altura em que questionamos tudo e mais alguma coisa. Em que a força para nos levantarmos da cama e tentar fazer algo de um simples dia custa a chegar. Em que vemos tanta coisa e, ao mesmo tempo, não vemos nada. Em que os sucessos alcançados já vão longe no tempo. Em que queremos tanta coisa, que nem sabemos bem o que queremos ao certo. Em que os incentivos são poucos e as questões (de toda a gente e mais alguma) são muitas. Em que a força necessária para não se desistir às vezes nos é roubada pela duvida, confusão e indecisão. É nessas alturas que pequenas palavras como as que li hoje nos dão um empurrãozinho. Não resolvem nada em relação à altura em que estamos. Mas são um empurrãozinho. São lembranças de tempos de sucesso. Do meu sucesso. E se o meu sucesso brilhou um dia, só depende de mim voltar a fazê-lo brilhar. Voltar a fazer-me brilhar.
4 de março de 2014
l'oreal skin perfection. 3 in 1 Purifying Micellar Solution. review #4
Em sequência do que andei a contar aqui, aqui e aqui, trago-vos o último produto da linha L'oreal Skin Perfection. Último dos que já experimentei pois com a promoção que consegui no duty free venho, ainda, um BB cream, também desta linha que ainda está por experimentar (espreitem aqui entretanto).
Hoje é dia da 3 in 1 Purifying Micellar Solution.
Esta solução micelar promete remover a maquilhagem, remover impurezas, desincrustar poros e actuar como tónico que suaviza a pele.
Da parte desmaquilhante da coisa, é daquele tipo de produtos (como os chamados desmaquilhantes bifásicos) em que o que tem de bom é o facto de colocarmos o produto num algodãozinho, colocarmos em cima do olho, deixar actuar, remover e já está. Não há que esfregar e quase tirar o globo ocular fora. Quando eu digo "e já está" não quer dizer que baste uma passagem. Não. Há que repetir o processo umas duas ou três vezes.
Quanto à parte de limpeza e tonificação achei realmente muito bom. O produto é mesmo muito suave, parece água e gosto muito de o aplicar. Se o acho maravilhoso, espectacular, can't live without? Não. Mas também acho que isto é de gostos. Não gosto só de lavar a cara com este tipo de produto. Sabe-me sempre melhor (e noto mais diferenças) quando utilizo produtos em gel. No entanto, para os dias em que há menos tempo, para pessoas que colocam bastante maquilhagem de difícil remoção, acho que é um bom produto e com um preço muito bom. Novamente, guio-me por aqui, onde está a €6,49. Se o voltarei a comprar? Provavelmente não. Até porque não o tenho usado todos os dias. No entanto, reforço que é um bom produto, consoante as necessidades de cada pessoa e tem um bom preço.
Resumindo um bocadinho toda a linha, gostei mesmo muito (ainda estou a usar o Hidrante, o Serúm já se foi e o Creme de Olhos já vou usando cada vez menos). Nota-se, essencialmente, que é uma linha específica para os 20-30 anos, dado que é um meio termo entre os produtos que andam por aí, que se situam nos dois extremos: ou para peles muito secas (e já a introduzir propriedades anti rugas) ou peles muito oleosas (e já a ser matificante demais e a tirar o ar luminoso saudável da pele).
Para mim, é um bocadinho acima em termos de preços daquilo que costumo comprar e, confesso, nestas coisas gosto sempre de ter o produto fisicamente em loja para o comprar. Por isso, L'oreal se me estás a ouvir, manda para cá mais produtos que tens cliente (mais uma pelo menos).
Hoje é dia da 3 in 1 Purifying Micellar Solution.
Esta solução micelar promete remover a maquilhagem, remover impurezas, desincrustar poros e actuar como tónico que suaviza a pele.
Da parte desmaquilhante da coisa, é daquele tipo de produtos (como os chamados desmaquilhantes bifásicos) em que o que tem de bom é o facto de colocarmos o produto num algodãozinho, colocarmos em cima do olho, deixar actuar, remover e já está. Não há que esfregar e quase tirar o globo ocular fora. Quando eu digo "e já está" não quer dizer que baste uma passagem. Não. Há que repetir o processo umas duas ou três vezes.
Quanto à parte de limpeza e tonificação achei realmente muito bom. O produto é mesmo muito suave, parece água e gosto muito de o aplicar. Se o acho maravilhoso, espectacular, can't live without? Não. Mas também acho que isto é de gostos. Não gosto só de lavar a cara com este tipo de produto. Sabe-me sempre melhor (e noto mais diferenças) quando utilizo produtos em gel. No entanto, para os dias em que há menos tempo, para pessoas que colocam bastante maquilhagem de difícil remoção, acho que é um bom produto e com um preço muito bom. Novamente, guio-me por aqui, onde está a €6,49. Se o voltarei a comprar? Provavelmente não. Até porque não o tenho usado todos os dias. No entanto, reforço que é um bom produto, consoante as necessidades de cada pessoa e tem um bom preço.
Resumindo um bocadinho toda a linha, gostei mesmo muito (ainda estou a usar o Hidrante, o Serúm já se foi e o Creme de Olhos já vou usando cada vez menos). Nota-se, essencialmente, que é uma linha específica para os 20-30 anos, dado que é um meio termo entre os produtos que andam por aí, que se situam nos dois extremos: ou para peles muito secas (e já a introduzir propriedades anti rugas) ou peles muito oleosas (e já a ser matificante demais e a tirar o ar luminoso saudável da pele).
Para mim, é um bocadinho acima em termos de preços daquilo que costumo comprar e, confesso, nestas coisas gosto sempre de ter o produto fisicamente em loja para o comprar. Por isso, L'oreal se me estás a ouvir, manda para cá mais produtos que tens cliente (mais uma pelo menos).
oscars 2014. recap
Frozen ganhooooooooooooooou. Melhor Filme de Animação E Melhor Canção Original. Vêem? Tudo o que se pede aqui na barraca, realiza-se. Upa, upa. Foi um bocadinho pena a Idina Menzel ter desafinado um bocadinho (bocadinho pequenino vá), mas estava nervosa e já devia estar com alguma pressa para cantar, que esperou muito tempo.
O Clube de Dallas também arrumou com duas estatuetas. Melhor Actor Principal e Melhor Actor Secundário. Eu bem vos disse que era muito bom pessoas!
Quanto aos trapos. Ponto número um, foram todas muito seguras. O que é sempre melhor do que entrarem para o festival dos horrores, mas também não nos deixam com um Uaaaaaaaaaaaaaaaaau. Ainda assim, tenho os meus uaaaau's, mais pequeninos, mas de valor.
O Clube de Dallas também arrumou com duas estatuetas. Melhor Actor Principal e Melhor Actor Secundário. Eu bem vos disse que era muito bom pessoas!
Quanto aos trapos. Ponto número um, foram todas muito seguras. O que é sempre melhor do que entrarem para o festival dos horrores, mas também não nos deixam com um Uaaaaaaaaaaaaaaaaau. Ainda assim, tenho os meus uaaaau's, mais pequeninos, mas de valor.
Amy Adams. Se é para ir pela elegância, é isto mesmo. E adorei o toque dos brincos vermelhos, especialmente, por não serem o esperado azul a combinar com o vestido. Já disse que odeio matchy-matchy's?
Cate Blanchet. Esta convenceu-me por ser o exemplo do quem pensou (não que tenha sido ela) em todo o conjunto. Não gosto muito do vestido de perto, fico especada a olhar para pequenas bolas cintilantes. Assim de longe, acho fantástico. Assenta-lhe perfeito. Cabelo perfeito. Brincos perfeitos. Maquilhagem perfeita. E uma elegância, também, perfeita.
Lupita Nyong'o. Uma cinderela nos Óscares. Adorei a cor do vestido. Adorei a fluidez do vestido (daí ter posto esta foto, em que ela não está assim tão bem, mas olhem-me para aquele fluir!)
De make-up's e seguindo (ou ditando) tendências foi tudo muito carinhas bem lavadas, com pele perfeita e nude! Nude por todo o lado. Quem notei que arriscou assim mais e marcou mais os olhinhos (fantásticos se se pode dizer) foi a Angelina Jolie.
O cabelo estava também flawless. E também gostei muito do vestido. E gostei de ver o casal. Gosto sempre. Um dia até me podiam adoptar a mim do tanto que eu gosto deles.
De coisinhas deprimentes, lá está como a maior parte jogou pelo seguro não vi assim grandes escândalos. Mas que os há, há. Deixo só um, que o blog é recente e eu não quero já assustar pessoas.
Querida Liza, o Soutien filha?! Para o ano a gente combina e passa as duas na primark, que eles têm soutiens baratinhos. É que não há necessidade de ir com isso tudo a badalar. É que não há mesmo.
E, pronto, é isto. Ai nãooo. Já disse que Frozen ganhou? Já, já?
3 de março de 2014
grey's anatomy. take it back
"Looking back, it's easy to see when a mistake has been made. To regret a choice that seemed like a decent idea at the time. But if we used our best judgment and listened to our hearts, we're more likely to see that we choosed wisely. And avoided the deepest, most painful regret of them all... The regret that comes from letting something amazing pass you by."
Ou esta série continua a deixar-nos grandes episódios mesmo após tanto tempo.
Ou esta série podia ser mesmo vitalícia.
Ou alguém deveria fazer um livro com muitas citações de Grey's Anatomy.
Ou obrigada Shonda (e o resto da malta) por escreverem assim.
Meredith Grey (Season 10. Episode 13)
Ou esta série continua a deixar-nos grandes episódios mesmo após tanto tempo.
Ou esta série podia ser mesmo vitalícia.
Ou alguém deveria fazer um livro com muitas citações de Grey's Anatomy.
Ou obrigada Shonda (e o resto da malta) por escreverem assim.
2 de março de 2014
à procura de
Uma palette de sombras nude. Daquelas para o dia a dia. Que também se possa brincar e puxar mais um bocadinho, mas essencialmente, para o dia a dia. Que não seja preciso pensar muito. Que não sejam carregadas de brilho, mas que também não sejam mate, mate. Que seja pequenina. E bonita. E prática. Que as sombras durem bem. Que não sejam muito pó, pó. Que sejam fáceis de aplicar e cremosas. E já que peço tãooooo pouquinhas coisas, que não me custe os olhos da cara também.
as amizades
Acho que desde sempre fui uma simpático-ranhosinha. Acho que sou de trato fácil, simpática e acolhedora nos contactos normais, seja com desconhecidos, conhecidos, conhecidos mais ou menos, colegas. Mas daí até passar para amigos, entra a ranhosinha. Para passar para amigos, amigos, a quem só devo chamar uns 5 ou 6 é preciso realmente muito tempo. Não sou de dar confianças. Não sou. Mas isso não quer dizer que seja antipática. Além de não ser de dar confianças, sou também muito exigente. É isso. Acho que se pode dizer dessa forma, sou exigente com as pessoas. Pelo menos com aquelas que quero ter comigo. Com as pessoas que não estão à altura da minha exigência eu, provavelmente, acciono a Sofia ranhosinha. Isto pode parecer muito frio (agora que voltei a reler até que parece mesmo), mas não deixo mesmo entrarem na minha vida mais pessoas só porque é socialmente aceitável que todos tenhamos de ter um leque de amigos enorme, que todos façamos grandes declarações públicas dos amigos e das relações, que todos tenhamos de sair em banda e todos os que vierem já são nossos amigos do peito. Quem é feliz assim, a mim dá-me igual. Eu não sou, nem mais nem menos feliz por não o ser assim. Simplesmente não sou. Não consigo.
Consigo sim ter os meus 5-6. E mantê-los. Somos os amigos que não têm necessariamente que ir a correr contar tudo o que se passa na sua vida, ou o que se passou no seu dia. Mas somos os amigos que mobilizam um mundo para estar presente nas celebrações importantes. Somos os amigos que mobilizam tudo em situações de crise. Somos os amigos que quando não há muito que dizer (ou não se quer) estão simplesmente juntos. Somos os amigos que sentem o aperto no peito por saber que o outro está mal. E somos aqueles que, por muito cansados, muito distantes, muito envolvidos na sua própria vida, sabemos sempre que para os nossos amigos-amigos, nós somos também amigos-amigos.
Consigo sim ter os meus 5-6. E mantê-los. Somos os amigos que não têm necessariamente que ir a correr contar tudo o que se passa na sua vida, ou o que se passou no seu dia. Mas somos os amigos que mobilizam um mundo para estar presente nas celebrações importantes. Somos os amigos que mobilizam tudo em situações de crise. Somos os amigos que quando não há muito que dizer (ou não se quer) estão simplesmente juntos. Somos os amigos que sentem o aperto no peito por saber que o outro está mal. E somos aqueles que, por muito cansados, muito distantes, muito envolvidos na sua própria vida, sabemos sempre que para os nossos amigos-amigos, nós somos também amigos-amigos.
oscars 2014
E quem é que amanhã vai ficar acordadinho a ver The Oscars? Eu não prometo nada. Mas tenho três pedidos:
1) Que a musica "Let it go" de Frozen ganhe para melhor canção. E que o próprio do Frozen ganhe para melhor filme de animação. Queria tantoooooo.
2) Que haja trapinhos bons de se ver.
3) Que haja trapinhos muito maus de se ver, pirosões mesmo, para nós aqui podermos comentar. E para segunda de manhã ao pôr os nossos trapinhos nos orgulharmos de não fazer assim-um-trabalho-tão-mau.
Da minha parte, já fiz check a estes filmes. Afinal, esta é a melhor época do ano para se ir ao cinema.
1) Que a musica "Let it go" de Frozen ganhe para melhor canção. E que o próprio do Frozen ganhe para melhor filme de animação. Queria tantoooooo.
2) Que haja trapinhos bons de se ver.
3) Que haja trapinhos muito maus de se ver, pirosões mesmo, para nós aqui podermos comentar. E para segunda de manhã ao pôr os nossos trapinhos nos orgulharmos de não fazer assim-um-trabalho-tão-mau.
Da minha parte, já fiz check a estes filmes. Afinal, esta é a melhor época do ano para se ir ao cinema.
American Hustle / A Golpada Americana
Gostei muito. Da história. Da reviravolta. Fez-me rir. E eu nem gosto de comédias.
Dallas Buyers Club / O Clube de Dallas
Adorei este filme. Adorei todos os aspectos que aborda. Adorei as representações. Para mim, um dos melhores. Só de estar a escrever dá-me vontade de o ir ver outra vez.
Her / Uma História de Amor
Entrei no cinema a dizer que ia chorar com este filme e que ia sair a sala pior do que entrei. Fui o caminho todo a pensar que me ia arrepender porque me ia pôr triste. Quando a história é sobre um homem que se apaixona por uma voz de inteligência artificial de um sistema operativo não pode correr bem, não é? Pois, mas sem dizer nada sobre o filme ou o final, só digo que não saí de lá triste. Não saí pior do que entrei, mas saí diferente. Gostei mesmo muito do filme. E dá muito em que pensar.
Gravity / Gravidade
Com este fui para o cinema sem saber sobre o que era o filme. Para ser sincera nem sabia que filme íamos ver. Quando mi pareja me disse, no carro, que íamos ver um filme sobre astronautas, eu só tive tempo de soltar um esganiçado "Sobre ASTRONAUTAS?! Não quero ir ver um filme de astronautas...". Pois bem que lá fomos. E sendo um filme no qual, a maior parte do tempo só está uma actriz em cena (a Sandrinha a navegar pelas estrelas), também se podia pensar que isto podia correr muito mal. Mas também não. Gostei muito. Especialmente pela surpresa que foi.
12 Years a Slave / 12 Anos Escravo
Este é para sair do cinema, definitivamente, pior do que entramos. É revoltante e extenuante de assistir. É bom. Muito bom. Mas está a concorrer com muito bons filmes. E, ao contrário, do que acredito que aconteça para muita gente, não é um dos meus favoritos.
Sem vos querer maçar muito, já disse que quero que o Frozen ganhe tudo? Pois quero. Ouçam a música. E não digam que não vos dá um boost de energia, força e desejo de liberdade. Vejam o filme inteiro. E não me digam que o mundo da Disney (e o mundo inteiro esperemos) não está, lentamente, a mudar.
1 de março de 2014
março
Estou em ressaca de blog. Estava com saudades. E já estamos em Março! Maaaaaaaaaaarço! Como é possível? Espero que tenham tido bons carnavais e uma boa semana.
Esta semana que passou devia ter-vos contado o que achei disto, acabar o que vos tenho para falar sobre isto, deixar a minha opinião sobre isto, debitar e pedir-vos opiniões sobre isto e, ainda, contar-vos tudo sobre isto.
Eu compenso. Dei-me ao trabalho de por aqui os links para meobrigar ajudar a organizar. E comprometer-me a fazê-lo. Evidentemente que ao longo dos dias vão aparecer outros disparates para eu vir para aqui debitar. Maaaaas, estes estão também a modos que prometidos.
Posto isto, seja bem vindo senhor março. Trata-nos bem e vê se duras mais um bocadinho do que o fevereiro.
Bom fim de semana (ou bom Domingo, pronto...)
Esta semana que passou devia ter-vos contado o que achei disto, acabar o que vos tenho para falar sobre isto, deixar a minha opinião sobre isto, debitar e pedir-vos opiniões sobre isto e, ainda, contar-vos tudo sobre isto.
Eu compenso. Dei-me ao trabalho de por aqui os links para me
Posto isto, seja bem vindo senhor março. Trata-nos bem e vê se duras mais um bocadinho do que o fevereiro.
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